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Jesus Cristo

 

Senhor Jesus Cristo Ensinamentos de Jesus Poder Curador de Jesus Nomes e Títulos
Jesus o Filho de Deus Vida de Jesus Restauração em seu Nome Profecias Messiânicas
Jesus é Deus Volta de Jesus Autoridade de Jesus Por que Morte de Cruz?
Árvore da Vida 2ª Vinda de Jesus Amigo e Sacerdote Tempo na Sepultura
Perfeitamente Homem Reino Milenar Cristologia  

I. SUA EXISTÊNCIA

A) Provada pelo AT:
(Mq 5.2; Is 9:6 “Pai da Eternidade”)

 

B) Provada pelo NT:
1) João 1.1, em comparação com o versículo 14.
2) Jo 8.58 “Antes que Abraão existisse, eu sou (i.e., Já existia)”

 

C) Provadas por Obras:
Certas obras atribuídas a Cristo exigem Sua preexistência (e.g., criação, Cl 1.16)

D) Provada por Aparições:
As aparições do Anjo do Senhor (Ex 3.2,4)

 

E) Provada pelos Seus Nomes:
1) Logos
2) Filho de Deus
3) Javé

 

II. SUA ENCARNAÇÃO
A) Significa:
Estar em carne.
B) Seu Meio:
O nascimento virginal.
1) Predito (Is 7.14)
2) Provado - O pronome feminino empregado em Mt 1.16 indica que o nascimento de Jesus veio por Maria apenas, sem participação de José.
C) Suas Razões:

1) Revelar Deus aos homens (Jo 1.18)
2) Prover um exemplo de vida (1Pe 2.21).
3) Prover um sacrifício pelo pecado (Hb 10.1-10).
4) Destruir as obras do diabo (1Jo 3.8).
5) Ser um sumo sacerdote misericordioso (Hb 5.1,2).
6) Cumprir a aliança davídica  (Lc 1.31-33).
7) Ser sobremaneira exaltado (Fp 2.9).


D) A Pessoa:
A Pessoa do Cristo encarnado incluía:
1) Divindade plenamente mantida.              
2) Perfeita humanidade.
3) União numa única Pessoa para sempre.

 

III. SUA HUMANIDADE

A) Ele Possuía um Corpo Humano:
1) Nascido de mulher (Gl 4.4).
2) Sujeito a crescimento (Lc 2.52).
3) Visto e tocado por homens (1Jo 1.1; Mt 26.12).
4) Sem pecado (Hb 4.15).

B) Ele Possuía Alma e Espírito Humanos:
Mt 26.38; Lc 23.46

C) Ele Foi sujeito às Limitações da Humanidade:
1) Ele sentiu fome (Mt 4.2).
2) Ele sentiu sede (Jo 19.28).
3) Ele se cansou (Jo 4.6).
4) Ele chorou (Jo 11.35).
5) Ele foi tentado (Hb 4.15).
D) Ele Recebeu Nomes Humanos:
1) Filho do Homem (Lc 19.10).
2) Jesus (Mt 1.21).
3) Filho de Davi (Mc 10.47).
4) Homem (Is 53.3; 1Tm 2.5)

E) Ele foi Capaz de Morrer.


IV. SUA DIVINDADE
A) Provada pelos Seus Nomes:
1) Deus (Hb 1.8).
2) Filho de Deus (Mt 16.16; 26.61-64).       
3) Senhor (Mt 22.43-45).
4) Rei dos Reis e Senhor dos Senhores (Ap 19.16).

B) Provada por Suas Características:
1) Onipotência (Mt 28.18).
2) Onisciência (Jo 1.48).    
3) Onipresença (Mt 18.20).
4) Vida (Jo 1.4; 5.26);
5) Verdade (Jo 14.6).
6) Imutabilidade (Hb 13.8)

C) Provada por Suas Obras:
1) Criação (Jo 1.3).
2) Sustentação (Cl 1.17).
3) Perdão de pecados (Lc 7.48).
4) Ressurreição dos mortos (Jo 5.25).
5) Julgamento (Jo 5.27).
6) Envio do Espírito Santo (Jo 15.26).

D) Provada pela Adoração Oferecida a Ele:
1) Por Anjos (Hb 1.6).
2) Por homens ( Mt 14.33).
3) Por todos (Fp 2.10).

E) Provada por Igualdade na Trindade:
1) Com o Pai (Jo 14.23; 10.30).
2) Com o Pai e o Espírito (Mt 28.19; 2Co 13.13).

 

V. SUA VIDA TERRENA
A) Sua Preparação:
1) Nascimento.
2) Infância, pré-adolescência e crescimento até a maturidade.
3) Batismo.
4) Tentação.

B) Sua Pregação:
1) Ministério inicial na Judéia (Jo 2.13 - 4.3).
2) Ministério na Galiléia (Mc 1.14 - 9.50).
3) Ministério da Peréia (Lc 9.51 - 19.28)

C) Sua Paixão:
1) A última semana em Jerusalém (lc 19.29 - 22.46)
2)Traição e prisão (Jo 18.2-13).
3) Julgamento perante Anás (Jo 18.12-24).
4) Julgamento perante Caifás (Mc 14.53 - 15.1).
5) Julgamento perante Pilatos (Mc 15.1-5).
6) Julgamento perante Herodes   (Lc 23.8-12).  
7) Segundo Julgamento perante Pilatos ( Mc 15.6-15).
8) Crucificação.
9) Sepultamento.
10) Ressurreição.

D) Seu Ministério Pós-Ressurreição e Sua Ascensão.
VI. A KENOSIS

A) Significado:

Lit., esvaziamento. Em outras palavras, quais foram as limitações do Cristo encarnado sobre a terra?

B) Texto:
 
Fp 2.7, “a si mesmo se esvaziou”.

C) A Verdadeira Doutrina da Kenosis:
Envolve:
1) O encobrimento de sua glória pré-encarnada.
2) Sua condescendência em assumir a semelhança de carne pecaminosa durante a encarnação.
3) O não-uso voluntário de alguns de Seus atributos durante Sua vida terrena.

D) Teoria Falsa da Kenosis:
Cristo abriu mão (perdeu) de certos atributos durante Sua vida terrena. Se isso tivesse acontecido, Ele teria deixado de ser Deus durante aquele período.

 

VII. SUA IMPECABILIDADE
A) Significado:

Cristo era incapaz de pecar. Isso não significa que Cristo era apenas capaz de não pecar.
B) Objeção:
Se Cristo era incapaz de pecar, não poderia ter sido genuinamente tentado e, portanto, não poderia ser um sumo sacerdote compassivo (Hb 4.15).
C) Resposta:
A realidade da tentação não está na natureza moral da pessoa tentada e nem depende dela, e a possibilidade de compaixão não depende de uma correspondência específica entre os problemas enfrentados.
D) Resultados:
1) A tentação provou a impecabilidade de Cristo.
2) A tentação O capacitou a ser um sumo sacerdote misericordioso.

 

VIII. SUA MORTE
A) Seu destaque:
1) No AT ela é como um fio escarlate percorrendo a história, como o próprio Cristo demonstrou (Lc 24.27,44).
2) No NT ela é mencionada pelo menos 175 vezes.               
3) É o propósito máximo da encarnação de Cristo (Mt 20.28; Hb 2.14). 4) É o coração do próprio evangelho ( 1Co 15.1-3).

B) Sua descrição:
1) Um resgate - A morte de Cristo pagou o preço da penalidade pelo pecado (Mt 20.28; 1Tm 2.6).
2) Uma reconciliação - A posição do mundo em relação a Deus foi modificada pela morte de Cristo, de tal modo que todos os homens agora podem ser salvos (2Co 5.18,19).
3) Uma propiciação - A justiça de Deus foi satisfeita com a morte de Cristo (1Jo 2.2).
4) Uma substituição - Cristo morreu no lugar dos pecadores (2Co 5.21).
5) Uma prova do amor de Deus - (Rm 5.8)

 

IX. SUA RESSURREIÇÃO
A) O fato da Ressurreição:

1) O túmulo vazio.
2) As aparições:
A. A Maria Madalena (Jo 20.11-17).
B. Às outras mulheres ( Mt 28.9,10).
C. A Pedro (1Co 15.5).
D. Aos discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13-35).
E. Aos dez discípulos (Lc 24.36-43).
F. Aos onze discípulos (Jo 20.26-29).
G. A sete discípulos junto ao mar da Galiléia (Jo 21.1-23).
H. A mais de 500 pessoas ( 1Co 15.6).
I. Aos onze em Sua ascensão (Mt 28.16-20).
J. A Paulo (1Co 15.8).        
3) A existência da Igreja.
4) A mudança operada nos discípulos.
5) O dia de Pentecostes.       
6) A mudança do dia de culto para o domingo.


B) A Natureza de Seu Corpo Ressurreto:
1) Era um corpo real (Jo 20.20).
2) Foi identificado com aquele que fora colocado no túmulo (Jo 20.25-29).
3) Foi transformado de modo a nunca mais ser sujeito à morte e a limitações (Rm 6.9).

C) O Significado da Ressurreição:
1) Para Cristo:
A. Provou que Ele era o Filho de Deus     (Rm 1.4).
B. Confirmou a verdade de tudo que Ele dissera (Mt 28.6).
2) Para todos os homens:
A. Torna certa a ressurreição de todos (1Co 15.20-22).
B. Garante a certeza do juízo vindouro (At 17.31).
3) Para os Crentes:
A. Dá certeza de aceitação perante Deus (Rm 4.25).       
B. Supre poder para o serviço cristão (Ef 1.19-22).
C. Garante a ressurreição do crente  (2Co 4.14).
D. Designa Cristo como cabeça da Igreja (Ef 1.19-22).
E. Garante-nos um Sumo Sacerdote misericordioso no céu (Hb 4.14-16).

 

X. SUA ASCENSÃO
A) Características:
At 1.9-11
B) Significado:

1) Fim do período de limitação a que Cristo se sujeitou.
2) Exaltação (Ef 1.20-23).
3) Precursor (Hb 6.20).
4) Início de Seu ministério sumo sacerdotal (Hb 4.14-16).      
5) Preparação de um lugar para Seu povo (Jo 14.2).
6) Senhorio sobre a Igreja (Cl 1.18)


XI. SEU MINISTÉRIO ATUAL
O atual ministério de Cristo no céu é todo relacionado, direta ou indiretamente, à Sua função de mediador, e é revelado por sete ilustrações.


A) O Último Adão e a Nova Criação: (1Co 15.45; 2Co 5.17)
Significado: Cristo como o Doador da vida.

B) Cristo, o Cabeça e a Igreja, Seu Corpo:
Significado: Direção, sustento, concessão de dons espirituais.

C) Pastor e Ovelhas: (Jo 10)
Significado: Direção e cuidado.

D) Videira e Ramos: (Jo 15)
Significado: Produção de fruto espiritual.
E) Pedra Angular e Pedras do Edifício: (1Co 3.11; 1Pe 2.4-8)
Significado: Vida, segurança.

F) Sumo Sacerdote e Sacerdócio Real: (1Pe 2.5-9)
Significado: Sacrifício e intercessão.

G) Noivo e Noiva: (Ef 5.25-27)
Significado: Prontidão.

 

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A maior declaração possível de ser feita na face da terra sobre alguém, partiu dos lábios de um homem simples que abandonara suas redes de pescador para seguir aquele a quem disse: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16.16).

Esta declaração não nasceu de uma elaboração intelectual ou um entusiasmo de sentimento; veio-lhe dos céus! Nasceu no coração de Deus. "Não foi a carne e o sangue quem te revelou, mas meu Pai que está nos céus".

Esta afirmação retumbou por todo o universo como a mais clara, sublime e eterna verdade que nós humanos podemos conhecer. Ali, nas cercanias de Cesaréia de Felipe, estavam os discípulos face a face com aquele que é"...a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação"(Cl 1 .15).
           
            Aquele que era "antes de todas as coisas" (Cl 1.17), entra no mundo com genealogia humana. Penetra na história dos homens em uma seqüência de gerações que vai até o primeiro homem. Assim tornou-se como um de nós. Foi gerado no seio de uma mulher simples por uma semente que veio dos céus. A única semente que produziu a vida: "a vida estava nele e a vida era a luz dos homens" (Jo 1.4).

O que era antes de seus antecedentes carnais (Jo 8.58), para ter "semelhança de homens; e reconhecido em figura humana" (Fl 2.7), precisou esvaziar-se da glória eterna que tivera junto do Pai, antes da fundação do mundo (Jo 17.5).

O Criador de todas as coisas com o Pai (Jo 1.3), tornou-se naquele que "assume a forma de servo" (Fl 2.7). Ele era rico, "se fez pobre por amor de vós, para que pela sua pobreza, vos tornásseis ricos" (2Co 8.9).

Tudo em sua vida ter rena faz um tremendo contraste com o que Ele era junto ao Pai. O soberano que criou tronos, soberanias, principados e potestades, e os criou para Ele, nasceu num humilde lugar, tendo como primeiro leito uma manjedoura.

Seu nascimento, evento único que revela o infinito amor que poderia ser dedicado a cada ser humano, foi anunciado a poucos pastores do campo e a desconhecidos errantes que buscavam confirmar deduções de uma precária astronomia.
   
Se nos céus aprouve a Deus "que nele residisse toda a plenitude" (Cl 1.19), na terra, onde "as raposas tem seus covis e as aves dos céus ninhos; o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça" (Lc 9.58).

Possuidor de toda a "profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus" (Rm 11.33), vai ao Templo de Jerusalém, aos doze anos de idade, assentar-se atento no meio dos mestres, ouvindo-os e interrogando-os (Lc 2.46).

           Não foi num magnífico e solene recinto que recebeu a afirmação que a voz divina lhe fez. Foi nas circunvizinhanças do Jordão, onde um estranho profeta pregava arrependimento, que ouve o Pai testificar o que jamais poderia fazer a outra pessoa : "Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo" (Lc 3.22).

Ele que removera dos céus o anjo rebelde, aqui é por este desafiado.
O diabo não escolheu um palácio onde a vaidade e o orgulho humano imperam, onde políticos e cortesãs comercializam seus interesses, onde a riqueza e a pompa iludem, ambientes tão próprio dele, para ser o cenário da tentação.

Usa o ermo deserto onde está aquele que, fisicamente enfraquecido, busca a intimidade com Seu Pai, para definir o ministério que empreenderia.

            Desenvolve um ministério onde não há lugar para a propaganda ou qualquer evidência pessoal. Suplica aos favorecidos pelos seus gestos de amor curador que a ninguém contassem a restauração recebida (Mc 1.44; 7.36).

            Repreendia aos que queriam identificá-Io como o Cristo, para se resguardar da nefasta agitação carnal humana (lc 4.41 ). Ensinava não aos sábios e entendidos, mas aos simples e sinceros de coração: " A vós outros vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus". Aos arrogantes falava "por parábolas para que vendo não vissem e ouvindo não entendessem"( Lc 8.10 ).

            Quando num excepcional momento em que foi exaltado sobremodo, quando estavam presentes três de seus mais achegados discípulos, Ihes roga: "A ninguém conteis a visão" (Mt 1 7.9). E, quando mais tarde o discípulo declarou que Ele era o Cristo, adverte-o que a ninguém falasse tal coisa a seu respeito (Mc 8.30).

Aquele que dissera ao Pai: "Eu sabia que sempre me ouves"(Jo 11.42), num jardim, desiste do pedido que fazia par realizar agora o que ouve do Pai (Mt 26.39).

           Podendo rogar que fossem enviadas legiões de anjos para defendê-Lo, entrega-se pacificamente aos que vieram prendê-Lo (Mt 26.53). Guarda silêncio perante o tribunal que o acusa e também instiga depoimentos de falsas testemunhas (Mt. 26.63). Ele" veio para o que era seu, e os seus não o receberam (Jo 1.11).

A vida estava nele" (Jo 1.4) por isso deu sua vida em resgate de muitos numa infame cruz. "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós" (2Co 5.21). "Oprimido e humilhado, mas não abriu a sua boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca" (Is 53.7).

          O que pela sua palavra curou feridas e restituiu saúde a corpos, faz agora com que "pelas suas pisaduras fôssemos sarados" (Is 53.5). Aquele que nos deu vida foi morto e sepultado. Contado como um entre os homens por um recenseamento, agora é contado como um entre os mortos. Entretanto a tumba não pode contê-Lo. Ressuscitou.

        O Filho de Deus que tornou-se Cordeiro de Deus, em breve irá voltar. "Todo o olho o verá, até quantos o transpassaram" (Ap 1.7). Como Juiz que tem em suas mãos a chave, toda a autoridade, da morte e do inferno, abrirá e fechará os céus, a morte e o inferno aos homens conforme seu justo julgamento.

       Os remidos em Seu sangue entoarão aleluias pois serão convidados para as bodas do Cordeiro. E a sua noiva, a igreja, aclamará que Jesus Cristo, o Filho de Deus é "0 REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" (Ap 19.16).

       Então Ele se assentará em seu trono ao lado do trono do Pai e nós, os remidos por seu sangue, contemplaremos a Sua face, e nas nossas frontes estará o nome dele. O Senhor nosso Deus brilhará sobre nós, e reinaremos com Ele pelos séculos dos séculos. Amém.

 

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JOÃO 5:
24 - "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."
25 - "Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão."
26 - "Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo;"
27 - "E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem."

 

JOÃO 13:
15 - "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também."
ADONAI - EL SHADAI:
Mt. 8: 23-27: JESUS ACALMA A TEMPESTADE
Mt. 14: 22-36: JESUS ANDA SOBRE O MAR
JESUS EXPULSANDO DEMÔNIOS (com autoridade própria)
JEOVÁ JIRÉ:
Mt 14:13-21; Mt 15: 29-39: JESUS MULTIPLICANDO PÃES.
JEOVÁ RAFÁ:
JESUS CURANDO PARALÍTICOS, COXOS, CEGOS, MULHER HEMORRÁGICA, RESSUSCITANDO MORTOS (Läzaro e a Filha de Jairo, por exemplo)
Quando Jesus Chorou, na morte de Lázaro, não foi pela morte dele, mas porque pessoas que conviviam com Ele, O conheciam como Homem, mas não foram capazes de reconhecê-LO como o Verbo de Deus, feito carne, como o Messias, como alguém capaz de derrotar a morte.

 

JESUS RECLAMOU DA IGNORÂNCIA DOS QUE ANDAVAM COM ELE:
JO 14:7 - "Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto."
Jesus só foi tudo isso, ADONAI, EL SHADAI, JIRÉ, RAFÁ...
SE REVELANDO COMO DEUS Ele inclusive aceitou Adoração, (do leproso em Mt 8, de Jairo em Mt 9, da mulher cananéia em Mt 15)
PORQUE:
ELE TAMBÉM É DEUS, ELE E O PAI SÃO UM
Tanto ELE quanto o PAI têm a vida em Si mesmos se bastam

SALMO 24
7 - "Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória."
8 - "Quem é este Rei da Glória? O SENHOR forte e poderoso, o SENHOR poderoso na guerra."
9 - "Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória."
10 - "Quem é este Rei da Glória? O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória."

 

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Isaías 53.2 – Árvore seca tem alguma aparência formosa? E proporciona sombra ou frutos???? (nada tinha que atraísse as pessoas) estava como raiz duma terra seca (desfalecida, morta)
O profeta faz menção do Messias, o Cristo de Deus que tantos artigos e quadros estampam a imagem de Jesus Cristo de Nazaré, louro de olhos azuis. Será que alguém nascido na região quente como é o Oriente Médio, conseguiria nascer tão branquinho, lourinho e de olhos azuis e Maria a mãe de Jesus, onde algumas imagens a apresentam branca, coberta por um manto azul claro e outra imagem totalmente oposta a traz com a imagem negra, coberta por um manto azul marinho escuro. Ora se é branco ou louro, ou negro, pouco importa, pois está escrito que Ele não possuía formosura nenhuma e a formosura de ninguém está na cor da pele.
Esta árvore seca, sem nenhuma aparência formosa e que nem folhagens possuía para cobrir alguém dando-lhe sombra e nem produzindo nenhum fruto, será que você pode crer que o profeta Isaias estava falando de Jesus?

 

Isaias 6.13 – Renovo, após cortar – TEREBINTO é uma árvore semelhante ao Carvalho (existem mais de 300 espécies de carvalho e se destaca pela sua força e grandeza) que quando cortada, deixa escorrer uma resina perfumada (sangue de cristo) que extrai o odor de morte e produz em nós o cheiro de vida. (2Co 2.15-17).
O Terebinto é uma árvore semelhante ao carvalho em que o profeta Isaias faz menção nesta passagem e na do texto anterior, que é reconhecida pela sua força e grandeza. Jesus é reconhecido por estes atributos e mais, onde Is.9.6 declara que Seu nome é Deus Forte, Maravilhoso, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz.
Quando fazemos uma analogia da resina produzida quando a árvore é cortada, com Cristo que já estava morto e quando ferido na Cruz do Calvário pela lança de um soldado, (João 19.34) saiu-lhe sangue e água, que comparado a resina tem um poder curador.
Por onde ela escorre, ela cicatriza o ferimento e fica marcas do testemunho. Além de nos livrar da morte nos livra do mal. Quando deixamos de exalar cheiro de morte e passamos a exalar cheiro de vida, pois Cristo morreu a nossa morte, para vivermos Sua vida.

 

Isaias 11.1 “Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes um renovo”
O dicionário Aurélio descreve que Resina é uma secreção viscosa que exsuda (em forma de gotas) do caule e de outros órgãos de certas plantas, e que contém substâncias ODORÍFERAS (cheirosas) 2Co 2.15-17, ANTI-SÉPTICAS (inativação ou destruição dos micróbios ou a proliferação deles) ETC, as quais CICATRIZAM RAPIDAMENTE.
Qualquer ferida em tais órgãos, assumindo aspecto VITREO (feito de vidro) transparente.
Quando citamos que Cristo além do cheiro da morte e da própria morte nos livrou, e também nos livra do mal, estamos nos referindo a proteção ANTI-SÉPTICA que tem o poder de proteger o ferimento contra os micróbios e ou a sua proliferação. No aspecto do sangue de Cristo, segundo o Evangelho de Mateus 26.28 foi derramado para remissão dos pecados, poder curador e salvador. E aquele que foi lavado e remido pelo sangue do Cordeiro, o inimigo não o toca.(Hb.11.28; I João 5.18)
Os Micróbios produzem doenças, causam putrefação do corpo criando micro organismos, quase imperceptíveis, mais causam danos irreparáveis. É semelhante as ações do destruidor e seus demônios, ele vem lançar doenças, destruir o corpo de Cristo (igreja) trazendo putrefação, ou seja apodrecimento que causa odor de morte. Jesus veio, derramou Seu sangue para cicatrizar, impedir os ataques do inimigo, nos purificar, proteger e curar de todo mal e enfermidade do corpo, da alma e do espírito.
Quanto ao sair um renovo da raiz é que o carvalho é o tipo de árvore que quanto mais tempestades ela passa, mais forte ela fica e sua raiz vai crescendo para baixo, proporcional ao seu tamanho para cima e sempre encontra água que a alimenta e produz um renovo ainda que tenha aparência de morta.
Ele é Fiel, Glória a Deus.

 

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A verdade com respeito à Pessoa do Senhor Jesus, Filho de Deus, é simples e profunda. Ela se encontra revelada na Palavra de Deus, e podemos conhecê-la mediante a revelação que nos é dada pelo Espírito Santo. Há que se considerar que esta revelação sobrepuja a inteligência humana; a fé, contudo, se apropria das declarações da Sagrada Escritura, e adora.

 

CRISTO NA ETERNIDADE, ANTES DO TEMPO

  O Deus eterno:
- “No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1).
- “...pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus” (Filipenses 2:6).
Desde a eternidade, antes do tempo, Deus o Filho já existia (ou “era”). Ele, portanto, é sem início, existe eternamente, e é tão elevado e digno de honra como Deus o Pai e Deus o Espírito Santo.
-“Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18).
-“Tu és o cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16).
-“. . .me amaste antes da fundação do mundo” (João 17:24).
Cristo é Filho desde toda a eternidade. Mas o fato dEle ser Filho não implica um começo nem uma posição inferior à do Pai. Ele é, como já foi dito, igual a Deus e de uma existência eterna. Desde a eternidade Ele era o objeto do amor do Pai - É o “Filho do seu amor” (Colossenses 1:13).

 

CRISTO NO TEMPO SOBRE A TERRA, E AGORA NO CÉU

  O Filho eterno de Deus:
-“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo” (1 João 4:9).
-“A si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo” (Filipenses 2:7).
-“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (João 1:14).
-“Mas acerca do Filho [diz]: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” (Hebreus 1:8).
Quando o Filho de Deus se tornou homem, ocultou a glória de Sua divindade. A si mesmo se esvaziou; do contrário, o homem não teria suportado Sua presença (Êxodo 33:20). Apesar disso, permaneceu sempre como o Filho eterno de Deus. Como tal, é eternamente onipresente (João 1:18), onisciente (João 18:4) e onipotente (João 18:6). Ele permanece Deus depois de Sua ressurreição e ascensão, e por toda a eternidade.

O Filho de Deus, gerado pelo Espírito Santo:
-“Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Salmo 2:7)
-“Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus” (Lucas 1:35).
O fato de que o Senhor Jesus tenha sido gerado por Deus o Espírito Santo é também uma razão para que seja chamado Filho de Deus. Tal como havia sido anunciado no Antigo Testamento, Maria assim O recebeu (Lucas 1:35), Natanael O reconheceu (João 1:49), o cego de nascimento O adorou (João 9:35-38), e Tomé dirigiu-se a ele depois de Sua ressurreição (João 20:28).

 

JESUS, PERFEITAMENTE HOMEM:
1)         Um homem que nasceu e viveu aqui na terra
-“Ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura”   (Lucas 2:7).
-“O Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10).
Há 2000 anos, o Filho de Deus veio a ser de fato homem em Belém. Tinha um espírito humano (João 13:21), uma alma humana (12:27) e um corpo humano (2:2 1).
Teve fome (Mateus 21:18), esteve cansado (João 4:6). Como homem, tinha que andar de um lugar para outro (João 4:4) por mais que, como Deus, fosse sempre onipresente. Em Marcos 13:32 está escrito que nem os anjos, nem mesmo o Filho conhecem o dia e a hora da vinda do Filho do homem. Ele disse isso como homem na posição de Servo e de Profeta. Como Deus, contudo, é onisciente. Estas coisas vão além de nosso entendimento humano, mas a fé O considera como sendo perfeitamente homem, sem esquecer jamais que é, ao mesmo tempo, eternamente Deus.

2)         Um homem semelhante a nós, mas sem pecado
-‘Nele não existe pecado” (1 João 3:5).
Exteriormente, o Senhor Jesus não se distinguia dos demais homens, nos quais habita o pecado (Romanos 8:3). Contudo, nEle não existe pecado. Não podia pecar nem cometeu pecado algum. Por isso, o céu se abriu duas vezes sobre Ele, no princípio e no final de seu ministério como homem aqui na terra. “Foi ouvida uma voz dos céus: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo (Marcos 1:11; veja também 9:7).

3)         Um homem que morreu e ressuscitou
-“Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir” (João 10:17).               
Jesus foi até o Gólgota e, como homem, deixou Sua vida. Sabemos porquê! Ali cumpriu a obra da redenção a fim de que pudéssemos ser salvos. Realmente morreu. Quanto a Seu espírito e alma, entrou no paraíso (Lucas 23:43); quanto a Seu corpo, foi colocado na sepultura (João 19:42). Depois de três dias, ressuscitou corporalmente. Como homem ressuscitado, foi visto por Cefas, logo pelos doze, e depois por mais quinhentos irmãos de uma só vez (1 Coríntios 15:5-6).

4) Um homem no céu por toda a eternidade
“Sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem” (Ap 14:14).
-“Então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (1Coríntios 15:28).
Depois de Sua ressurreição, Jesus subiu ao céu. Agora está ali assentado, como homem glorificado, no lugar mais elevado, à destra de Deus. Como homem, voltará para levar Consigo os Seus e introduzi-los na casa do Pai. Logo aparecera ao mundo em glória.
Como homem, exercerá o juízo (Apocalipse 14:14) e, segundo 1Co 15:28, vemos claramente que permanecerá homem eternamente. Como homem, o Filho se sujeitará a Deus por toda a eternidade.
Podemos dizer que deixou Sua vida como homem pelo poder de Deus. Também pelo mesmo poder divino ressuscitou como homem. Por último, pelo poder de Deus subiu ao céu (Efésios 4:10). E agora está assentado à direita da Majestade, como homem glorificado, nas alturas (Hebreus 1:3).

 

RESUMO
O Senhor Jesus é Deus eternamente, sem princípio, tão elevado como Deus o Pai. Era e é o Filho eterno, em comunhão de amor com o Pai. Tornou-Se verdadeiro homem como nós, mas era sem pecado; não cometeu pecado nenhum. Está fora de todo alcance do pecado, porque é santo. Permanece eternamente homem.
Estas são verdades fundamentais das Sagradas Escrituras. Não somente algumas passagens confirmam isso, mas toda a Palavra de Deus. Tal é a doutrina de Cristo. (2 João 7-11).

 

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Jesus foi o maior professor que já viveu. No entanto ele era muito mais que isso. Como Filho de Deus, os seus ensinamentos eram a verdade. Sua missão era instruir aos outros como conhecer a Deus. Sua mensagem principal era que Deus queria nos amar e nos conhecer. Ele ensinava enquanto andava com os seus seguidores. Ele ensinou de um barco, de um monte, de uma casa e do templo. Ele ensinava em sermões, mas ele preferia usar uma história ou uma parábola. Muitas pessoas têm perguntas sobre o que que Jesus falou sobre vários tópicos. O que que ele ensinou sobre Deus? O que ele pensava de si próprio? O que que ele queria dizer quando ele falou do reino? Qual era o significado de sua morte? O que que ele falou do Espírito Santo? Como ele descreveu os seres humanos e suas necessidades? E a igreja cristã? Ele ensinou alguma coisa sobre o fim do mundo? Quais eram as principais características de seus ensinamentos morais?

1- OS ENSINAMENTOS SOBRE DEUS
Qualquer um que chega aos ensinamentos de Jesus depois de ter lido o Velho Testamento, percebe de cara que os ensinamentos sobre Deus são paralelos. Jesus ensinou que Deus é o Criador que se preocupa com a sua criação e cuida dela desde as menores criaturas como o pardal (Mateus 10:29). Não a um suporte nos ensinamentos de Jesus para a visão que diz que Deus não se importa com o mundo que ele criou. Jesus nos lembra que ele é um Deus de detalhes - intimamente preocupado com a nossa vida. Um dos títulos mais característicos que Jesus usou para Deus foi Pai. Isso não era novidade, pois essa idéia ocorre no Velho Testamento, aonde Deus é visto como o Pai de seu povo. Esse tipo de paternidade era nacional ao invés de pessoal. No período entre o Velho Testamento e o Novo Testamento, os judeus consideravam Deus tão santo que ele foi removido do contato imediato com os compromissos humanos. Na verdade, eles acreditavam que tinha que haver um mediador entre Deus e o povo. Essa noção exaltada de Deus contradizia a idéia de Deus como um Pai pessoal e amoroso. É por causa disso que os ensinamentos de Jesus quanto à paternidade pessoal é tão única. Há alguma evidência nos ensinamentos judaicos dizendo para orar a Deus como "Nosso Pai". No entanto, o que distingui Jesus de seus contemporâneos é que a paternidade de Deus era o centro de seus ensinamentos. A relação pai e filho é particularmente vívida no evangelho de João, aonde Jesus como o Filho é visto como tendo uma comunhão íntima com o Deus Pai. Isso aparece fortemente na oração de Jesus em João 17 e nas afirmações freqüentes que o Pai tinha mandado o Filho e que o Filho estava cumprindo a vontade do Pai. È esse forte relacionamento entre Deus e Jesus em termos de Pai e Filho que fez Jesus ensinar as pessoas a se aproximarem de Deus da mesma maneira.

2- ENSINAMENTOS SOBRE Sí PRÓPRIO
O que Jesus falou de sí próprio é de muita importância, pois foi isso que a igreja primitiva veio a ensinar sobre ele. Jesus usou alguns títulos para se descrever ou os aceitava quando os outros os usavam.

FILHO DO HOMEM
O título mais usado é Filho do Homem. Algumas vezes ele relacionava isso diretamente na sua ministração pública, como por exemplo quando ele disse que o Filho do Homem era o Senhor do sábado (Marcos 2:28), ou que o Filho do Homem tinha o poder de perdoar os pecados (2:10). Às vezes os dizeres lidavam com o seu sofrimento, como quando Jesus falou que o Filho do Homem tinha que sofrer várias coisas (8:31; note que Mateus 16:21 usa "ele" ao invés de "Filho do Homem"). Em outros trechos a referência é para uma aparição futura, como quando ele disse ao sumo sacerdote que ele veria o Filho do Homem assentado a destra de Deus vindo sobre as nuvens do céu (Marcos 14:62). O que que Jesus quis dizer com o título, e porque que ele usou? A razão mais provável é porque ele queria evitar o termo Messias, que já carregava muitas implicações políticas.

MESSIAS
O termo "Messias" ou "Cristo", não pertencem estritamente aos ensinamentos de Jesus, já que ele mesmo nunca usou. No entanto, ele aceitou esse título quando foi usado por Pedro. Ele também não negou ser o Messias quando respondeu ao sumo sacerdote que perguntou se ele era o Messias. No evangelho de João, André diz a Pedro que havia achado o Messias (João 1:41); a mulher em Samaria também conversa com Jesus e ele revela que ele é o Messias (4:25-26). Havia uma expectativa comum entre os judeus que o libertador viria para derrubar os seus inimigos políticos, os romanos. Havia várias idéias sobre a sua origem (um líder militar ou um guerreiro celestial) e seus métodos.

FILHO DE DEUS
O título "Filho de Deus" ocorre principalmente no evangelho de João. Tanto Marcos como João consideravam Jesus assim (compare Marcos 1:1 e João 20:30-31). Há algumas passagens aonde o Messias é ligado ao Filho de Deus e que Jesus não rejeita nenhum dos títulos (compare a Mateus 16:16). Mas nos ensinamentos de Jesus, uma passagem faz ficar muito clara a relação especial que Jesus tinha com Deus como Filho (Mateus 11:27; veja também Lucas 10:22). Muitas passagens parecidas no evangelho de João, no entanto, são mais explicitas. O Filho é inquestionavelmente pré-existente - já vivia antes do tempo começar. Jesus sabe que ele veio do Pai e retornaria ao Pai. Jesus se considerava divino - ele era inteiramente Deus. No entanto, João retrata Jesus mais claramente também na sua natureza terrena - ele também era inteiramente humano. Jesus não explicou em nenhuma parte de seus ensinamentos como que Deus poderia se tornar homem, mas ele assumiu isso como um fato. Como Filho de Deus, ele ensinou com a autoridade de Deus.

3- ENSINAMENTOS SOBRE O REINO DE DEUS
Ninguém pode ler os evangelhos sinópticos sem notar que o "reino de Deus" (ou dos céus) aparece freqüentemente. Muitas das parábolas de Jesus são especificamente chamadas de parábolas do reino. O conceito de Jesus sobre o reino era uma idéia básica do evangelho cristão. A idéia principal é o reinado de Deus sobre as pessoas ao invés de um reino físico que pertence a Deus. Em outras palavras, a ênfase está no reinado ativo de Deus como Rei. O reino de Deus consiste do relacionamento entre os membros e o Rei. Também significa que o reino não será expresso em termos institucionais.

O REINADO PRESENTE
Em Lucas 17:20-21 fica claro que o reino era um tema de interesse comum, aonde os fariseus perguntaram a Jesus quando viria. Eles estavam esperando que o Messias estabelecesse um derrubamento político dos romanos. Sua resposta, que estava "entre eles", é claramente uma idéia presente. Espíritos imundos também foram exorcizados como evidência que o reinado havia chegado (Mateus 12:28; Lucas 11:20). Além disso, Jesus menciona que o reino havia sido vigorosamente avançado (Mateus 11:12), mas não por métodos revolucionários. Ainda, alguma coisa dinâmica já estava acontecendo. Essa idéia de poder dinâmico é um dos traços mais característicos do reino. Jesus falou em amarrar os homens fortes e armados (Lucas 11:21-22), o que mostra que no seu ministério ele esperava dar uma demonstração poderosa contra as forças das trevas. É evidente que o reino que Jesus proclamava, presente ou futuro, era um reino aonde Deus era supremo. O reino era parte de seu ministério, onde Deus estava trazendo a libertação espiritual para o seu povo. Além disso, os ensinamentos de Jesus sobre o reino é uma parte da mensagem total. Nenhuma parte dessa mensagem pode ser separada de qualquer outra parte sem que o resto seja distorcido.

O REINO FUTURO
As parábolas têm os ensinamentos mais claros no aspecto futuro do reino (Mateus 13). Jesus falou do uso futuro da imagem retirada da literatura judaica. Ele relaciona nuvens, glória e anjos com a vinda do Filho do Homem (Marcos 13:26-27). Mateus fala de um som de trombeta, outro traço familiar (Mateus 24:31). Vários traços das parábolas do reino nos dá a mais clara idéia da natureza do reino. A condição de membro do reino não é considerada universal. Os membros do reino são aqueles que escutam e entendem a palavra do reino (Mateus 13:23). Apesar de todas as nossas diferenças raciais, culturais e de gênero só existem dois tipos de pessoas no mundo: as que são salvas e as que não são. Cada pessoa responde individualmente a oferta de salvação oferecida por Jesus para que seja parte do reino. Há uma ênfase na parábola sobre o crescimento da semente de mostarda, aonde um pequeno começo cresce para se tornar uma grande coisa.

4- OS ENSINAMENTOS SOBRE A SUA PRÓPRIA MORTE
O anunciamento do reino deve ser ligado à abordagem de Jesus a sua própria morte. Será que Jesus via a sua morte como uma parte chave de sua missão? Alguns acreditam que ele terminou a vida desiludido com algum tipo de desejo de morte. No entanto, sua morte não foi um desvio de sua missão. Isso era inteiramente a sua missão. Jesus sabia que os detalhes de sua vida eram a realização das escrituras (compare a Mateus 26:24; 56; Marcos 9:12; Lucas 18:31; 24:25-27, 44-45). O sofrimento de Jesus é o assunto da profecia do Velho Testamento. Ele conhecia as previsões do Velho Testamento e reconhecia que elas só poderiam se realizar através de seu próprio sofrimento. Evidentemente que Jesus via a sua morte como um sacrifício. Na última ceia, o cálice é ligado ao sangue da nova aliança, que é conhecida como sendo para a "remissão dos pecados" (Mateus 26:26-28). Nenhuma explicação é dada sobre a maneira em que a morte que estava próxima, simbolizada pelo pão partido e pelo vinho servido, traria o perdão dos pecados. Mas a igreja primitiva entendeu que Cristo morreu pelos nossos pecados (compare a 1 Coríntios 15:3). A idéia da nova aliança é paralela a Velha aliança, que de acordo com Êxodo 24, foi selada com o sangue de um sacrifício. Jesus tinha isso em mente quando ele falou da nova aliança. Também era parecido com a idéia expressada em Jeremias 31, que se refere a uma aliança escrita no coração ao invés de numa pedra. Na oração de Jesus em João 17, ao encarar a cruz, ele declara que ele terminou a obra que o Pai deu a ele (17:4). Isso é reforçado quando ele fala, já na cruz "está consumado", que só João menciona (19:30). Esse senso de missão cumprida da um ar de triunfo para o que de outra maneira, poderia ser visto como um desastre. Jesus não foi assassinado. Ele deu a sua vida como um sacrifício pelos nossos pecados. Apesar dos homens terem colocado ele numa cruz superficialmente, o amor dele por todo o povo de Deus é o que o manteu ali até o fim.

5- OS ENSINAMENTOS SOBRE O ESPíRITO SANTO
Em vários dos eventos principais na vida de Jesus, os escritores dos evangelhos notam a atividade do Espírito Santo. Por exemplo, o nascimento virgem, o batismo de Jesus e a sua tentação mencionam o Espírito. A maioria dos ensinamentos vem dos evangelhos de João. Quando Jesus começou a pregar o seu ministério em Nazaré, de acordo com Lucas, ele leu o depoimento em Isaías 61:1-2 sobre o Espírito de Deus e aplicou a ele. Ele viu o Espírito marcando o começo de seu ministério. Ele foi acusado de expulsar demônios como Belzebu, príncipe dos demônios. No entanto, ele estava realmente expulsando espíritos imundos pelo Espírito de Deus (Mateus 12:28). Ele era, além disso, sensível a seriedade de blasfemar contra o Espírito, que ele implica que os seus acusadores estavam perigando fazer. Criticar o seu ministério era criticar o mover do Espírito.
Enquanto avisava os seus discípulos que eles encontrariam com a oposição, Jesus os assegurou que o Espírito os apoiaria quando eles fossem forçados a encontrar com reis e governadores (Mateus 10:19-20; Marcos 13:11). De fato, ele falou que o Espírito continuaria a falar através deles muito tempo depois que Jesus tivesse retornado ao céu. Lucas registra a promessa de Jesus que Deus daria o Espírito Santo para aqueles que pedissem (Lucas 11:13), como um pai dá bons presentes para os seus filhos. Nós geralmente pedimos a Deus por paz, propósito ou proteção. No entanto, Deus considera o Espírito Santo o melhor presente que ele pode dar a seus filhos. Em uma outra ocasião, Jesus reconheceu que Davi havia escrito o Salmo 110 (Marcos 12:36) com a influência do Espírito. Como resultado desse e de outros exemplos, sabemos que a bíblia não é um livro comum escrito por homens. De fato, o Espírito Santo inspirou as escrituras.

SALVAÇÃO
O evangelho de João nos dá um desenvolvimento mais detalhado de o que Jesus ensinou sobre o Espírito. Os ensinamentos do Espírito são geralmente ligados aos ensinamentos de Jesus sobre dar a vida eterna a aqueles que acreditassem nele e o recebessem. Quando ele falou com Nicodemos sobre o novo nascimento e a vida eterna, Jesus também falou do Espírito (João 3:3-8, 15-16). Quando ele falou da água da vida para a mulher samaritana, ele também falou do Espírito (4:14, 23-24). Por toda a escritura, Jesus declara a várias pessoas que ele poderia lhes dar a vida eterna se eles acreditassem nele. Ele prometeu a água da vida, o pão da vida e a luz da vida, mas eles só receberiam a vida eterna quando viesse o Espírito depois de sua ressurreição. Jesus disse "É o Espírito que dá a vida eterna" (João 6:63). Quando o Espírito se tornasse disponível, eles poderiam ter vida. Uma vez que Jesus havia sido glorificado através de sua ressurreição, o Espírito de Jesus glorificado estaria disponível a todos aqueles que cressem.

A SEGUNDA VINDA
Ele falou para os discípulos que o Filho do Homem viria com os seus anjos na glória de seu Pai (Mateus 16:27). Ele descreve o Filho do Homem vindo em nuvens com poder e glória (Marcos 13:26). Jesus descreve vários sinais que precederia a sua segunda vinda. Ele falou de guerras, conflitos, terremotos, fome e distúrbios nos céus. O evangelho seria primeiramente pregado a todas as nações. Ao mesmo tempo falsos "Cristos" surgiriam. Jesus deu vários detalhes de seu retorno para encorajar os seus discípulos a encararem a perseguição. Os discípulos teriam que vigiar, pois a vinda aconteceria inesperadamente como um ladrão na noite. Jesus disse que nem ele mesmo sabia quando isso aconteceria (Marcos 13:32).

RESSURREIÇÃO
Um outro tema importante afetando o futuro é enfatizado nos ensinamentos de Cristo sobre a ressurreição. Os saduceus não acreditavam na ressurreição do corpo. Eles tentaram enganar Jesus com uma pergunta sobre uma mulher que havia se casado sete vezes. Eles queriam saber esposa de qual dos sete maridos ela seria depois da ressurreição (Marcos 12:18-27). Jesus apontou que não haveria casamento quando os mortos ressurgissem. A idéia dos saduceus sobre a ressurreição estava claramente errada. Os ensinamentos de Jesus seriam como os anjos. Não há dúvida sobre a ressurreição dos mortos, apesar de não nos ser dada informações específicas sobre o corpo resurreto.

JULGAMENTO
Jesus contou uma história sobre um homem rico e um homem pobre que morreram (Lucas 16:19-31). Na vida após a morte, o homem rico gritava no tormento, enquanto o homem pobre curtia o estado de benção. A distinção entre os dois homens nos dá uma dica do julgamento, apesar de não nos ser falado como essa distinção é feita. Em outros lugares de seus ensinamentos, Jesus disse que o requisito vital é a fé. A conversa entre Jesus e o ladrão que estava morrendo na cruz ao seu lado, sugere que o ladrão arrependido foi salvo (Lucas 23:42-43). O tema de recompensa e punição é visto em muitas passagens. Em Mateus 16:27, Jesus diz que o Filho do Homem recompensará todos de acordo com o que ele(a) fez. Aqueles que são inúteis serão punidos nas trevas (25:30). Mais adiante, Jesus fala de um dia de julgamento, no qual homens e mulheres prestarão contas até mesmo de suas palavras descuidadas (12:36-37). Entre todas as afirmações solenes de Jesus estão aquelas aonde ele fala do inferno. Seus ensinamentos sobre punição eterna para injustos (Mateus 25:41,46) são o oposto para a vida eterna prometida para os justos. Ele disse que seus discípulos teriam um lugar preparado para eles no céu (João 14:2), e ele também falou de um Livro da Vida aonde o nome de todos aqueles que crêem está escrito (Lucas 10:20).

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O Novo Testamento conduz-nos ao clímax da oba redentora de Deus, porque nos apresenta o Messias, Jesus Cristo, e nos fala  do começo da sua igreja. Os escritos de Mt, Mc, Lc e Jo falam-nos do ministério de Jesus. Esses escritores foram testemunhas oculares da vida do Mestre, ou registraram o que testemunhas oculares lhes contaram, todavia não escreveram dele uma biografia completa. Tudo quanto registraram, realmente aconteceu, porém concentraram-se no ministério de Jesus, e deixaram aqui e acolá algumas lacunas na história da vida do Divino Mestre. Os homens que escreveram os evangelhos tinham em mira explicar a pessoa e a obra  de Jesus, registrando o  que ele fez e disse. E cada autor apresenta uma perspectiva ligeiramente diferente acerca de Jesus e de suas obras. Os autores dos Evangelhos não tentaram relatar todos os eventos da meninice de Jesus, porque não era esse o motivo de escreverem. Não procuraram dar-nos, tampouco, registro da vida cotidiana. Eles se ativeram ao que é pertinente à salvação e ao discipulado.
O NT é a única fonte de informação substancial do primeiro século que temos a respeito da vida de Jesus. A literatura judaica ou romana daquele tempo quase não o menciona. Flávio Josefo, historiador judeu do primeiro século, escreveu um livro sobre a história do judaísmo, procurando mostrar aos romanos e gregos que essa religião não não se distanciava muito do estilo de vida deles.  Disse ele:  "Ora, havia por esse tempo Jesus, um homem sábio, se for legítimo chamá-lo de homem, pois ele era um operador de obras maravilhosas, um mestre de quem os homens recebem a verdade com prazer. Atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios, ele era [o] Cristo. E quando Pilatos, por sugestão dos principais homens entre nós, condenou-o à cruz, os que o amavam a princípio não o abandonaram; pois ele apareceu-lhes vivo de novo no terceiro dia; conforme haviam predito os profetas divinos essas e dez mil outras coisas maravilhosas concernentes a ele. E o grupo de cristão assim chamado em virtude de seu nome, não se extinguiu até hoje."  ( Flavius Josephus, Antiquities of the Jews,  Livro XVIII, cap. iii, Sec 3.)

Os judeus dos dias de Jesus viviam na expectativa de grandes acontecimentos. Os romanos os oprimiam, mas eles estavam seguramente convictos de que o Messias viria em breve. Os variados grupos retratavam diferentemente o Messias, mas seria difícil, naquele tempo, encontrar um judeu que vivesse sem alguma forma de esperança. Alguns tinham a verdadeira fé e aguardavam ansiosos a vinda de um Messias que seria seu Salvador espiritual.
Por volta do ano 6 aC, o sacerdote Zacarias oficiava no templo em Jerusalém. Queimava incenso no altar durante a oração vespertina quando lhe apareceu um anjo anunciando para breve o nascimento do primeiro descendente do sacerdote, um menino. Esse filho prepararia o caminho para o Messias; o espírito e o poder de Elias repousariam sobre ele (Lc3.3-6). Seus pais deviam chamar-lhe João. Zacarias era um homem verdadeiramente piedoso, mas foi difícil crer no que ouvira; como conseqüência, ficou mudo até que Isabel (sua esposa) deu à luz. Nasceu o filho, foi circuncidado, e recebeu o nome segundo as instruções de Deus. Depois disso Zacarias readquiriu a voz e louvor ao Senhor.
Três meses antes do nascimento de João, o mesmo anjo (Gabriel) apareceu a Maria. Esta jovem era noiva de José, carpinteiro descendente de Davi (Is 11.1). O anjo disse a Maria que ela conceberia um filho por obra do ES, e que ela daria ao menino o nome de Jesus (Lc 1.32-35; Mt 1.21). Ela aceitou a mensagem com grande mansidão, contente por estar vivendo na vontade de Deus (Lc 1.38).
Gabriel também lhe disse que sua prima Isabel estava grávida, e Maria apressou-se a partilhar o júbilo mútuo. Ao encontrarem-se, Isabel saudou a Maria como a mãe de seu Senhor (Lc 1.39-45). Maria irrompeu num cântico de louvor (Lc 1.46-56), ela ficou três meses com Isabel.
José, o marido prometido a Maria, ficou totalmente chocado com o que parecia ser fruto de um terrível pecado (Mt 1.19) e resolveu abandoná-la secretamente. Então, em sonho, um anjo lhe explicou a situação, e instruiu-o a casar-se com Maria, sua pretendida esposa, como planejado.
 
Herodes o Grande reinava na Judéia quando Jesus nasceu (Mt 2.1).  Em suas Antigüidades Josefo escreve que houve um eclipse da lua pouco antes da morte de Herodes (Livro XVII, cap xiii, Séc. 2). Esse eclipse poderia ser qualquer um dos três ocorridos nos anos de 5 e 4 aC; mas provável alternativa é 12 de março de 4 aC. Além do mais, o historiador judeu declara que o rei morreu pouco antes da Páscoa (Livro XVII, cap vi, Séc. 4) e a Páscoa ocorreu no dia 11 de abril do ano 4 aC. Assim, devemos concluir que Herodes morreu nos primeiros dias de Abril deste ano.
Os magos do Oriente vieram adorar o Messias de Deus, mas uma vez que voltaram sem dar informação alguma a Herodes, ele mandou que seus soldados matassem todos os meninos de Belém de dois anos para baixo (Mt 2.16).  Isto quer dizer que Jesus nasceu no ano 6 ou 5 aC, e foi levado para o Egito no ano 4 aC.
Não sabemos com exatidão em que mês e dia Jesus nasceu. A data 25 de dezembro não é muito provável. A igreja de Roma escolheu esse dia para celebrar o nascimento de Cristo, já no segundo ou terceiro século, a fim de obscurecer um dia santo de origem pagã, comemorado tradicionalmente neste dia. Anteriormente, a igreja Ortodoxa Oriental decidira honrar o nascimento de Cristo no dia 6 de janeiro, a epifania. Mas por estabelecer a data no inverno? As probabilidades de que os pastores cuidassem de seus rebanhos à noite, nas colinas, são mínimas. É mais provável que Jesus tenha nascido no outono ou na primavera.

Conhecemos cinco eventos da infância de Jesus, são eles:
1) Circuncisão - De acordo com a lei judaica, ele foi circuncidado ao oitavo dia e recebeu o nome de Jesus (Lc 2.21).
2) Apresentado no templo - Ele foi apresentado no templo para selar a circuncisão e também foi "redimido" pelo pagamento dos cinco ciclos. Para efeito de sua purificação, Maria fez a oferta dos pobres (Lv 12.8; Lc 2.24).
3) Visita dos Magos - Um grupo de "sábios" apareceu em Jerusalém, inquirindo acerca do nascimento de um "rei dos judeus". (Mt 2.2).
4) Fuga para o Egito - Deus disse a José que fugisse para o Egito com toda a família. Após a morte de Herodes, José voltou, e fixou residência em Nazaré.
5) Visita ao Templo - Quando tinha aproximadamente 12 anos (Lc 2.41-52) foi com os pais ao templo em  Jerusalém e oferecer  sacrifício. Enquanto estava ali, Jesus conversou com os dirigentes religiosos sobre a fé judaica. Ele revelou extraordinária compreensão do verdadeiro Deus, e suas respostas deixaram-nos admirados. Mais tarde, de volta para casa, os pais de Jesus notaram a sua ausência. Encontraram-no no templo, ainda conversando com os especialistas judaicos.

A Bíblia cala-se até ao ponto em que nos apresenta os acontecimentos que deram início ao ministério de Jesus, tendo ele cerca de trinta anos. Primeiro vemos João Batista deixando o deserto e pregando nas cidades ao longo do rio Jordão, instando com o povo a que se preparasse para receber o Messias (Lc 3.3-9). João nasceu no seio de uma família piedosa e cresceu para amar e servir fielmente a Deus. Deus falava por meio de João, e multidões acudiam para ouvi-lo pregar. Dizia-lhes que se voltassem para Deus e começassem a obedecer-lhe. Ao ver Jesus, ele anunciou que este homem era o "...Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). João batizou a Jesus; e ao sair Jesus das águas, Deus enviou o Espírito Santo em forma de pomba, que pousou sobre ele.
O ES guiou Jesus ao deserto, e aí ele permaneceu sem alimentar-se durante quarenta dias. Enquanto ele se encontrava nessa situação de enfraquecimento, o diabo veio e procurou tentá-lo  de vários modos. Jesus recusou as propostas do diabo e ordenou que ele se retirasse. Então vieram anjos que o alimentaram e confortaram.
A princípio Jesus tinha a estima do povo. Na região do mar da Galiléia ele foi a uma festa de casamento e transformou água em vinho. este foi o primeiro de seus milagres que a Bíblia menciona. Este milagre,  da mesma forma que os últimos, demonstrou que ele era verdadeiramente Deus. Da Galiléia ele foi para Jerusalém onde expulsou do templo um grupo de religiosos vendedores ambulantes. Pela primeira vez ele asseverou de público sua autoridade sobre a vida religiosa do povo, o que fez que muitos dirigentes religiosos se voltasse contra ele.
Um desses dirigentes, Nicodemos, viu que Jesus ensinava a verdade acerca de Deus. Certa noite ele foi ter com Jesus e lhe perguntou como poderia entrar no reino de Deus, que é o reino de redenção e salvação. (Jo 3.3)
Quando João Batista começou a pregar e atrair grandes multidões na Judéia, Jesus voltou para a Galiléia. Aí ele operou muitos milagres e grandes multidões o cercavam. Infelizmente, as multidões estavam mais interessadas nos seus milagres do que nos seus ensinos.
Não obstante, Jesus continuou ensinando. Ele entrava nos lares, participava das festas públicas, e adorava com os outros judeus em suas sinagogas. Denunciou os dirigentes religiosos do seu tempo porque exibiam uma fé hipócrita. Ele não rejeitou a religião formal deles; pelo contrário, Jesus  respeitava o templo e a adoração que aí se prestava (Mt 5.17-18). Mas os fariseus e outros dirigentes não viram nele o Messias e não cuidaram de ser salvos do pecado. Além do mais, não satisfeitos com o que Deus lhes revelara no AT, continuaram fazendo-lhe acréscimos e revisando-o. Acreditavam que sua versão das Escrituras, examinada nos seus mínimos detalhes, dava-lhes a única religião verdadeira. Jesus chamou-os de volta às primitivas palavras de Deus. Ele era cuidadoso na sua forma de citar as Escrituras, e incitava seus seguidores a entendê-las melhor. Ensinava que o conhecimento básico das Escrituras mostraria que a vontade de Deus era que as pessoas fosse salvas mediante a fé nele.
Perto da Galiléia, Jesus operou seu mais surpreendente milagre até então. Tomou sete pães e dois peixes, abençoou-os e partiu-os em pedaços suficientes para alimentar quatro mil pessoas! Mas este milagre não atraiu mais gente à fé em Jesus; na verdade, as pessoas se retiraram porque não podiam imaginar por que e como ele queria que elas "comessem" seu corpo e "bebessem" seu sangue ( Jo 6.52-66).
Os doze discípulos, porém, permaneceram fiéis, e ele começou a concentrar seus esforços em prepará-los. Cada vez mais ensinava-lhes acerca de sua futura morte e ressurreição, explicando-lhes que eles também sofreriam a morte se continuassem a segui-lo.
Esta atitude de Jesus o leva ao fim da sua vida na terra. Judas Iscariotes, um dos doze, traiu-o, entregando-o aos líderes de Jerusalém, que lhe eram hostis, e eles pregaram Jesus numa cruz de madeira entre criminosos comuns. Mas ele ressuscitou e apareceu a muitos de seus seguidores, exatamente como havia prometido, e deu instruções finais aos seus discípulos mais íntimos. Enquanto o observavam subir ao céu, apareceu um anjo e disse que eles os veriam voltar do mesmo modo. Em outras palavras, ele voltaria de modo visível e em seu corpo físico.


A VIDA DE JESUS

Jesus Cristo é o Messias, Salvador e fundador da igreja cristã. Para os cristãos, Ele é o Senhor de suas vidas. Embora tenha vivido na terra somente 33 anos, tem exercido grande impacto nas pessoas – mesmo naqueles que não crêem que Ele é o Filho de Deus. Jesus Cristo é descrito em detalhe na Bíblia – sua vida, obra e ensinamentos – nos Evangelhos, cada um focando diferentes ângulos. Mateus o apresenta como o esperado Rei do povo judeu. Marcos o mostra como servo de todos. Lucas tende a destacar seu caráter compassivo e bondoso para com os pobres. João descreve um relacionamento amoroso com Jesus. No entanto todos concordam que Jesus é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.

Introduções à Vida de Jesus

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

 

Prefacio de Lucas

Jerusalém

Lc 1.1-4

O Verbo de fez carne

 

Jo 1.1-8

Genealogia de Jesus

 

Mt 1.1-17; Lc 3.23-38

 

Nascimento, Infância e Adolescência de Jesus e de João Batista

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

7 aC

Anúncio do nascimento de João

Jerusalém

Lc 1.5-25

7-6 aC

Anúncio do nascimento de Jesus à Maria

Nazaré

Lc 1.26-38

c. 5 aC

Maria visita Isabel

Colinas Judá

Lc 1.39-45

Cântico de Maria

 

Lc 1.46-56

5-4 aC

O nascimento de Jesus

Belém

Mt 1.18-25; Lc 2.1-7

Proclamação pelos anjos

Prox. Belém

Lc 2.8-14

Visita de adoração pelos pastores

Belém

Lc 2.15-20

Circuncisão de Jesus

Belém

Lc 2.21

4 aC

Primeira visita ao templo / Simeão e Ana

Jerusalém

Lc 2.22-28

Visita dos magos em Jerusalém e Belém

 

Mt 2.1-12

Fuga para o Egito e massacre dos inocentes

 

Mt 2.13-18

A volta do Egito

 

Mt 2.19-23; Lc 2.39

7-8 dC

Infância de Jesus

Nazaré

Lc 2.40-51

Jesus, aos 12 anos, visita o templo

Jerusalém

Lc 2.41-50

Jesus adolescente e adulto

Nazaré

Lc 2.51-52

 

Verdades acerca de João Batista

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

c.25-27

Início do Ministério de João

Deserto Judá

Mt 3.1; Mc 1.1-4; Lc 3.1-2; Jo 1.19

Homem e mensagem

 

Mt 3.2-12; Mc 1.2-8; Lc 3.3-14

Sua descrição de Jesus

 

Mt 3.11-12; Mc 1.7-8; Lc 3.15-18 etc

Sua coragem

 

Mt 14.4-12; Lc 3.19-20

 

Início do Ministério de Jesus

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

c. 27 dC

Jesus é batizado

Rio Jordão

Mt 3.13-17; Mc 1.9-11; Jo 1.29-34

Jesus é tentado

Deserto

Mt 4.1-11; Mc 1.12-13. Lc 4.1-13

Chama dos primeiros discípulos

Além Jordão

Jo 1.35-51

Primeiro milagre

Caná Galiléia

Jo 2.1-11

Primeira estada em Carfanaum

Cafarnaum

Jo 2.12

27 dC

Primeira purificação do Templo

Jerusalém

Jo 2.13-22

Recebido em Jerusalém

Judéia

Jo 2.23-25

27 dC

Instrui Nicodemos acerca do novo nascimento

Judéia

Jo 3.1-21

Ministério paralelo de João Batista

Judéia

Jo 3.22-30

Vai para a Galiléia

 

Mt 4.12; Mc 1.14; Jo 4.1-4

A mulher samaritana no poço de Jacó

Samaria

Jo 4.5-42

Retorna à Galiléia

 

Mc 1.15; Lc 4.15; Jo 4.43-45

 

O Ministério de Jesus na Galiléia (27 a 29 dC)

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

27 dC

A cura do filho de um oficial do rei

Caná

Jo 4.46-54

Rejeitado em Nazaré

Nazaré

Lc 4.16-30

Muda-se para Carfanaum

Cafarnaum

Mt 4.13-17

Quaro se tornam pescadores de homens

Mar Galiléia

Mt 4.18-22; Mc 1.18-20; Lc 5.1-11

Cura de um endemoninhado num sábado

Cafarnaum

Mc 1.21-28; Lc 4.31-37

Cura da sogra de Pedro e outros

Cafarnaum

Mt 8.14-17; Mc 1.29-34; Lc 4.38-41

c. 27 dC

Primeira pregação na Galiléia

Galiléia

Mt 4.23-25; Mc 1.35-39; Lc 4.42-44

O leproso purificado

Galiléia

Mt 8.1-4; Mc 1.40-45; Lc 5.12-16

O paralítico curado

Cafarnaum

Mt 9.1-8; Mc 2.1-12; Lc 5.17-26

O chamado de Mateus

Cafarnaum

Mt 9.9-13; Mc 2.13-17; Lc 5.27-32

Discípulos defendidos por uma parábola

Cafarnaum

Mt 9.14-17; Mc 2.18-22; Lc 5.33-39

28 dC

Vai para Jerusalém, 2ª Páscoa e Cura

Jerusalém

Jo 5.1-47

Coleta grãos incita a controvérsia do sábado

Ido Galiléia

Mt 12.1-8; Mc 2.23-28; Lc 6.1-5

A Cura no sábado provoca controvérsia

Galiléia

Mt 12.9-14; Mc 3.1-6; Lc 6.6-11

Multidões curadas

Cafarnaum

Mt 12.15-21; Mc 3.7-12; Lc 6.17-19

12 discípulos escolhidos após noite orando

Cafarnaum

Mc 3.13-19; Lc 6.12-16

Sermão da Montanha

Cafarnaum

Mt 5.1-7.29; Lc 6.20-49

Cura do Servo do centurião

Cafarnaum

Mt 8.5-13; Lc 7.1-10

Ressuscita o filho da viúva

Naim

Lc 7.11-17

Jesus sana as dúvidas de João

Galiléia

Mt 11.2-19; Lc 7.18-35

Ais sobre os privilegiados

 

Mt 11.20-30

Uma pecadora unge os pés de Jesus

Cafarnaum

Lc 7.36-50

Outra pregação na Galiléia

Galiléia

Lc 8.1-3

Jesus é acusado de blasfêmia

Cafarnaum

Mt 12.22-37; Mc 3.20-30; Lc 11.14

A resposta de Jesus aos pedidos de Sinais

Cafarnaum

Mt 12.38-45; Lc 11.24-26; 29-36

A família de Jesus

Cafarnaum

Mt 12.46-50; Mc 3.31-35; Lc 8.19-21

Parábolas famosas

Mar Galiléia

Mt 13.1-52; Mc 4.1-34; Lc 8.4-18

Jesus apazigua a tempestade

Mar Galiléia

Mt 8.23-27; Mc 4.35-41; Lc 8.22-25

Cura do endemoninhado gadareno

Praia Galiléia

Mt 8.28-34; Mc 5.1-20; Lc 8.26-39

Filha Jairo ressuscitada; Cura da mulher

 

Mt 9.18-26; Mc 5.21-43; Lc 8.40-56

A visão de dois cegos e restaurada

 

Mt 9.27-31

Um homem mudo e endemoninhado é curado

 

Mt 9.32-34

Segunda rejeição de Cristo em Nazaré

Nazaré

Mt 13.53-58; Mc 6.1-6

O envio dos doze

 

Mt 9.35-11.1;Mc 6.7-13; Lc 9.1-6

Herodes decapita João Batista

Galiléia

Mt 14.1-12; Mc 6.14-29; Lc 9.7-9

29 dC
Primavera

Retorno dos doze; Jesus alimenta 5000

Betsaida

Mt 14.13-21; Mc 6.30-44; Lc 9.10-17

Jesus Anda por cima do mar

Mar Galiléia

Mt 14.22,23; Mc 6.45-52; Jo 6.15-21

O enfermo de Genesaré é curado

Genesaré

Mt 14.34-36; Mc 6.53-56

No auge da Popularidade; passa pela galiléia

Cafarnaum

Jo 6.22-71; 7.1

29 dC

Tradição atacada

 

Mt 15.1-20; Mc 7.1-23

A mulher cananéia é curada

Fenícia

Mt 15.21-28; Mc 7.24-30

Os aflitos curados

Decápolis

Mt 15.29-31; Mc 7.31-37

4000 são alimentados

Decápolis

Mt 15.32-39; Mc 8.1-9

Os fariseus aumentam o ataque

Magdala

Mt 16.1-4; Mc 8.10-13

Descuido do Discípulo; Cego é curado

 

Mt 16.5-12; Mc 8.14-26

Pedro confessa Jesus é o Cristo

Cesaréia

Mt 16.13-20; Mc 8.27-30; Lc 9.18-21

Jesus prediz sua morte

Cesaréia

Mt 16.21-26; Mc 8.31-38; Lc 9.22-25

O reino é prometido

 

Mt 16.27-28; Mc 9.1; Lc 9.26-27

A transfiguração

Monte

Mt 17.1-13; Mc 9.2-13; Lc 9.28-36

A Cura de um lunático

Monte

Mt 17.14-21; Mc 9.14-29; Lc 9.37-42

Novamente fala sobre a morte e ressurreição

Galiléia

Mt 17.22-23; Mc 9.30-32; Lc 9.43-45

Jesus paga tributo

Cafarnaum

Mt 17.24-27

Os discípulos contendam sobre que é o maior; Jesus define; paciência, lealdade, perdão

Cafarnaum

Mt 18.1-35; Mc 9.33-50; Lc 9.46-62

Jesus rejeita o conselho dos irmãos

Galiléia

Jo 7.2-9

c. Set.
29 dC

A partida da Galiléia; a rejeição samaritana

 

Mt 19.1; Lc 9.51-56; Jo 7.10

Custo do discipulado

 

Mt 8.18-22; Mc 9.57-62

 

Ministério Final de Jesus na Judéia e na Peréia

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

29-30 dC out 29 dC

A festa dos Tabernáculos

Jerusalém

Jo 7.2,10-52

Perdão para a mulher adultera

Jerusalém

Jo 7.53– 8

29 dC

Cristo, a luz do mundo

Jerusalém

Jo 8.12-20

Os fariseus não entendem a profecia

Jerusalém

Jo 8.21-59

Cura de um cego de nascença

Jerusalém

Jo 9.1-41

Parábola do Bom Pastor

Jerusalém

Jo 10.1-21

A Missão dos setenta discípulos

Judéia

Lc 10.1-24

Um doutor ouve parábola do bom samaritano

Judéia

Lc 10.25-37

A hospitalidade de Marta e Maria

Betânia

Lc 10.38-42

Outra lição sobre a oração

Judéia

Lc 11.1-13

Acusado de ligação com belzebu

 

Lc 11.14-36

Jesus censura os fariseus e os escribas

 

Lc 11.37-54

Jesus lida: hipocrisia, inveja, preocupação...

 

Lc 12.1-59

Arrependimento ou morte

 

Lc 13.1-5

A figueira estéril

 

Lc 13.6-9

Cura de uma mulher paralítica no sábado

 

Lc 13.10-17

As parábolas do grão mostarda e do fermento

Peréia

Lc 13.18-21

Inverno de 29 dC

A festa da dedicação

Jerusalém

Jo 10.22-39

A retirada para além do Jordão

Peréia

Jo 10.40-42

Começa a ensinar; Volta a Jerusalém

Peréia

Lc 13.22-35

Como com fariseu, cura e parábolas

 

Lc 14.1-24

Demandas do discipulado

Peréia

Lc 14.25-35

Parábola O. perdida, dracma. Filho Pródigo

 

Lc 15.1-32

Parábola do mordomo infiel; Rico e Lazaro

 

Lc 16.1-31

Lições sobre serviço, fé, influência

 

Lc 17.1-10

A ressurreição de Lázaro

Peréia

Jo 11.1-44

Reação a isso; retirada de Jesus

 

Jo 11.45-54

30 dC

Inicia última jornada à Jerusalém

Samaria

Lc 17.11

Cura de dez leprosos

 

Lc 17.12-19

Lições sobre a vinda do Reino

 

Lc 17.20-37

Parábola: juiz iníquo, do fariseu, do publicano

 

Lc 18.1-14

Acerca do divórcio

 

Mt 19.1-12; Mc 10.1-12

Jesus abençoa as crianças

Peréia

Mt 19.13-15; Mc 10.13-16; Lc 18.15

O jovem rico

Peréia

Mt 19.16-30; Mc 10.17-31; Lc 18.18

A parábola dos trabalhadores na vinha

 

Mt 20.1-16

Prediz sua morte e ressurreição

Perto Jordão

Mt 20.17-19; Mc 10.32-34; Lc 18.31

Ambição de Tiago e João

 

Mc 20.20-28; Mc 10.35-45

A cura do cego Bartimeu

Jericó

Mc 10.46-52; Lc 18.35-43

Zaqueu, o publicano

Jericó

Lc 19.1-10

Parábolas das minas

Jericó

Lc 19.11-27

Retorna à casa de Marta e Maria

Betânia

Jo 11.55-12.1

Conspiração para matar Lázaro

Betânia

Jo 12.9-11

 

Semana Final de Jesus em Jerusalém

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

30 dC
Domingo

Entrada triunfal

Betânia, Jerus., Betânia

Mt 21.1-9; Mc 11.1-11; Lc 19.28-44; Jo 12.12-19

Segunda

A figueira é amaldiçoada, templo purificado

B./Jerusalém

Mt 21.10-19; Mc 11.12-18;
Lc 19.45-48

Alguns gregos desejam ver Jesus

Jerusalém

Jo 12.20-50

Terça

A figueira seca

B. /Jerusalém

Mt 21.20-22; Mc 11.19-26

O Sinédrio desafia Jesus

Jerusalém

Mt 21.23-22.14; Mc 11.27-12.12

A questão do tributo

Jerusalém

Mt 22.15-22; Mc 12.13-17;
Lc 20.20-26

Os saduceus questionam a ressurreição

Jerusalém

Mt 22.23-33; Mc 12.18-27;
Lc 20.27-40

Os fariseus questionam os mandamentos

Jerusalém

Mt 22.34-40; Mc 12.28-34

Cristo, o filho de Davi

Jerusalém

Mt 22.41-46; Mt 12.35-37;
Lc 29.41-44

Último sermão de Jesus

Jerusalém

Mt 23.1-39; Mc 12.38-40;
Lc 20.45-47

A Oferta da viúva pobre

Jerusalém

Mc 12.41-44; Lc 21.1-4

O Sermão profético; principio das dores

M. Oliveira

Mt 24,1-51; Mc 13.1-37; Lc 21.5-36

Parábolas diversas

M. Oliveira

Mt 25.1.46

Jesus diz quando será crucificado

 

Mt 26.1-5; Mc 14.1-2; Lc 22.1-2

Ungido por Maria no Jantar de Simão

Betânia

Mt 26.6-13; Mc 14.3-9; Jo 12.2-8

Judas se torna traidor

 

Mt 26.14-16; Mc 14.10-11;
Lc 22.3-6

Quinta

Preparação para a Páscoa

Jerusalém

Mt 26.17-19; Mc 14.12-16;
Lc 22.7-13

Quinta-feira à tarde

A Páscoa é celebrada, a inveja e repreendida

Jerusalém

Mt 26.20; Mc 14.17;
Lc 22.14-16,24-30

Jesus lava os pés aos discípulos

Sala Superior

Jo 13.1-20

Judas é revelado traidor

Sala Superior

Mt 26.21-25; Mc 14.18-21;
Jo 13.21-30

Jesus adverte sobre e deserção povir

Sala Superiro

Mt 26.26-29; Mc 14.22-25;
Lc 22.17-20

A últimas instruções de Jesus aos discípulos

Jerusalém

Jo 14.21-17-26

Jesus é preso no Getsêmani

M. Oliveira

Mt 26.30,36-46; Mc 14.26,32-42

Sexta

Traição, prisão e deserção

Getsêmani

Mt 26.47-56; Mc 14.43-52;
Jo 18.2-12

Jesus perante o Sinédrio

Jerusalém

Jo 18.12-14, 19-23

O julgamento por Caifás e o conselho

Jerusalém

Mt 26.57,59-68; Mc 14.53, 55.65

A tripla negação de Pedro

Jerusalém

Mt 26.58,69-75; Jo 18.15-18,25-27

A condenação pelo conselho

Jerusalém

Mt 27.1; Mc 15.1; Lc 22.66-71

O Suicídio de Judas

Jerusalém

Mt 27.3-10

Jesus perante Herodes

Jerusalém

Lc 23.6-12

Segunda aparição de Jesus perante Pilatos

Jerusalém

Mt 27.15-26;Mc 15.6-15;
Jo 18.39-19.16

Escárnio pelos Soldados romanos

Jerusalém

Mt 27.27-30; Mc 15.16-19

Jesus é levado ao Gólgota

Jerusalém

Mt 27.31-34; Mc 15.20-23;
Jo 19.16-17

6 acontecimentos: 3 primeira horas na cruz

Calvário

Mt 27.35-44; Mc 15.24-32;
Jo 19.18-27

3 últimas horas na cruz

Calvário

Mt 27.45-50; Mc 15.33-37;
Jo 19.28-30

Acontecimentos na morte de Jesus

 

Mt 27.51-60; Mc 15.38-41;
Lc 23.45,47

A sepultura de Jesus

Jerusalém

Mt 27.57-60; Mc 15.42-46;
Jo 19.31-42

A sepultura é selada

Jerusalém

Mt 27.61-66; Lc 23.55-56

Sábado

As mulheres observam

Jerusalém

Mc 15.47

 

Ressurreição e Ascensão

Data:

Acontecimento:

Local:

Textos:

30 dC Madrugada do 1º dia Domigo

As mulheres visitam o sepulcro

Jerusalém

Mt 28.1-10; Mc 16.1-8; Lc 24.1-11

Pedro e João Vêem o sepulcro vazio

 

Lc 24.12; Jo 20.1-10

Jesus aparece a Maria Madalena

Jerusalém

Mc 16,9-11; Jo 20.11-18

Jesus aparece a outras mulheres

 

Mt 28.9-19

O relato dos guardas sobre a ressurreição

 

Mt 28.11-15

Domingo

Jesus aparece a 2 discípulos

 

Mc 16.12-13; Lc 24.13.35

Jesus aparece aos 10 discípulos, sem Tomé

Jerusalém

Lc 24.36-43; Jo 20.19-25

1 Semana depois

Jesus aparece aos discípulos, com Tomé

Jerusalém

Jo 20.26-31

Durante os 40 dias até a ascensão

Jesus aparece a sete discípulos na Galiléia

Mar Galiléa

Jo 21.1-15

A grande comissão

 

Mt 28.16-20; Mc 16.14-18;
Lc 24.44-49

A Ascensão

M. Oliveiras

Mc 16.19-20; Lc 24.50-53

Obrigado Senhor Jesus pelo teu grande amor para conosco!

 

+ Topo

O Novo Testamento apresenta vasta cópia de previsões da Segunda Vinda de Cristo: cerca de 300 referências têm sido verificadas. A matéria tem dado margens ás mais variadas interpretações, oriundas em grande parte da tentativa de se entrosar as diferentes previsões umas com as outras como se fossem peças de um quebra-cabeça, e assim preparar unta espécie de catálogo bíblico do porvir, uma narrativa histórica escrita com antecipação.
Examinando o Novo Testamento, verificamos que intenção divina das profecias é outra. Ao falar de sua volta, Jesus frisava:
“Vigiai! Porque não sabeis o dia nem a hora...” Seu intuito era o de incutir em seus discípulos a vigilância, para que fossem “semelhantes a homens que esperam” a volta do seu senhor (Lc 12:36).

 

Nesse caso, para que tantos pormenores nas previsões? - Os cristãos deveriam lembrar as informações que seu Mostre lhes confiava, para que, quando vissem acontece essas. cousas, soubessem que estava próximo o reino de Dessa (Lc 21:31). As profecias não constituíam história escrita com antecedência, como que para satisfazer as curiosidades, e sim, motivo de estimulo à vigilância e confirmação da fé por ocasião de seu cumprimento.
Observado isso, vejamos o que realmente sabemos da futura vinda de Cristo.

 

a) Como e quando se dará sua Vinda?
1) Será pessoal, “como o vistes subir” (At 1:11);
2) Será visível e inconfundível (Mt 24:20,47; Ap 1:7);
3) Será repentina e inesperada (Mt 24:36-44; Lc 21:34; 1Co 15:52);
4) Poderá dar-se muito breve (Mt 24:42,44; 25:13; Ap 22:20).

 

b) A que virá Cristo?
1) Paras separação dos homens (Mt 24:40-41). Sua primeira vinda trouxe divisão (Lc 12:51) e sua segunda vinda concretizará e efetivará essa separação;
2) Para a ressurreição dos mortos (Jo 5:28-29; Jo 6:39-40,44; 1Co 15; 1Ts 4.13-17; Ap 20.13);
3) Para a reunião dos seus consigo no arrebatamento (1Ts 4.17; 2Ts 2.1);
4) Para a transformação dos seus (1Co 15.50-54) à sua própria semelhança (1Jo 3.2; Fp 3.20-21);
5) Para a permanência dos seus consigo para sempre (1Ts 4.17b) e o estabelecimento do Seu Reino (Ap 20.1-7; Is 11);
6) Para o julgamento de todos, tanto dos remidos como dos condenados, de acordo com suas obras (Mt 25.31-46): aqueles para o galardão (1Co 3.10-15; Rm 14.10,12; 2Co 5.9,10); e estes. Para a execução da sentença já lavrada (Jo 3.18; 2Ts 2.12; Ap 20.11-15);
7) Para a destruição das cousas ora existentes e o estabelecimento de ovos céus e nova terra (2Pe 3.10-13; Ap 21.22);
8) Para que, finalmente, “Deus seja tudo em todos” (1Co 15.28).

 

+ Topo

“Então se verá o Filho do homem vindo Numa nuvem. Com poder e grande glória.” Lc 21.27
A seguir relaciono uma série de texto a respeito da breve volta de Cristo. Abra sua Bíblia e em oração e na sensibilidade ao Espírito Santo medite na Palavra.
Não faço comentários, pois a Bíblia não diz literalmente como será este retorno, e prefiro não entrar na área das suposições. Mas afirmo sem medo de errar: “Cristo voltará!

Veja:  "Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu." Mt 26.64;
"E lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir" At 1.11;
"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação." Hb 9.27,28
A volta está próxima, Prepare-se!”

 

1) Ela é predita e descrita pelos:
a) Profetas: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele." Dn 7.13 "Quanto a estes foi que também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor entre suas santas miríades..." Jd 14
b) Pelo próprio Cristo: "Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória;" Mt 25.31;
"E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também." Jo 14.3
c) Pelos Apóstolos: "a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus." At 3.20;
"que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo." 1Tm 6.14
d) Pelos Anjos: "E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir." At 1.10,11

 

2) Denominada de:
a) Tempos de refrigério: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados," At 3.19
b) Tempos de restauração: " ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a antiguidade." At 3.21 com "na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus." Rm 8.21
c) Últimos tempos: "5 que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo." 1Pe 1.5
d) Revelação de Jesus: "Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo." 1Pe 1.13
e) Dia vindouro de Deus: "Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão."  2Pe 3.11,12
f)Dia de nosso Senhor Jesus: "...vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo." 1Co 1.8

3) Será:
a) Entre nuvens: "Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória." Mt 24.30 mais: Mt 26.64; Ap 1.7
b) Na glória de Deus: "Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras." Mt 16.27
c) Na sua própria glória: "Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória;" Mt 25.31
d) Em fogo: " em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus." 2Ts 1.8
e) Com poder: "Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória." Mt 24.30
f) Da forma como subiu: "Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. E lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir." At 1.9,11

g) Acompanhada por anjos: "Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras." Mt 16.27; mais: Mt 25.31; Mc 8.38; 2Ts 1.7
h) Com seus santos: "pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite." 1Ts 5.2; "Eis que veio o Senhor entre suas santas miríades," Jd 14
i) Subitamente: "para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo." Mc 13.36
j) Inesperada: "Por isso vocês também fiquem vigiando, pois o Filho do Homem chegará na hora em que vocês não estiverem esperando." Mt 24.44; mais: Lc 12.40; 1Ts 5.2; 2 Pe 3.10; Ap 16.15
k) Como o relâmpago: "Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem." Mt 24.27
l) Com ressurreição de mortos: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro." 1Ts 4.16
m) Com arrebatamento:  "depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor." 1Ts 4.17

 

4) Com o propósito de:
a) Completar a salvação dos santos: "assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação." Hb 9.28;
"que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo." 1Pe 1.5
b) Trazer à luz as coisas ocultas das trevas: " Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus." 1Co 4.5
c) Julgar: "Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante ele arde um fogo devorador, ao seu redor esbraveja grande tormenta. Intima os céus lá em cima e a terra, para julgar o seu povo." Sl 50.3,4 com "E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento." Jo 5.22;  "Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino:" 2Tm 4.1; mais: Jd 15; Ap 20.11-13
d) Reinar: " A lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o SENHOR dos Exércitos reinar no monte Sião e em Jerusalém; perante os seus anciãos haverá glória." Is 24.23;
"Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído." Dn 7.14;
"O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos." Ap 11.15
e) Destruir a morte: "Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte." 1Co 15.25,26

 

5) Os eleitos:
a) Devem considerá-la como eminente: " Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz." Rm 13.12;
"Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor." Fp 4.5;
"Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações."  1Pe 4.7
b) A Benção de estarem preparados: "Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim." Mt 24.46; "Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá. Sabei, porém, isto: se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa." Lc 12.37,39
c) Amam-na: " Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." 2Tm 4.8
d) Esperam-na: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo," Fp 3.20; "aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus." Tt 2.13
e) Aguardam-na: "de maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo." 1Co 1.7,8;
"e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura." 1Ts 1.10
f) Apressam-na: "esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão." 2Pe 3.12
g) Oram por ela: "Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!" Ap 22.20
h) Preparados: "Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá." Mt 24.44; mais: Lc 12.40
i) Vigilantes: "Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor." Mt 24.42; mais: Mc 13.35-37; Lc 21.36
j) Aguardam-na pacientemente:
"Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo." 2Ts 3.5; "Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima." Tg 5.7,8
k) Preservados: "Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus." Fp 1.6;
"O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!" 2Tm 4.18;
"que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo." 1Pe 1.5; "Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória," Jd 24
l) Não se envergonham da mesma: "Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda." 1Jo 2.28;
"Nisto é em nós aperfeiçoado o amor, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança; pois, segundo ele é, também nós somos neste mundo." 1Jo 4.17
m) Serão semelhantes a Cristo: "o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas." Fp 3.21;
"Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é."  1Jo 3.2
n) Aparecerão com Ele: "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória." Cl 3.4
o) Receberão a coroa: "Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." 2Tm 4.8;
"Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória."  1Pe 5.4
p) Reinarão com Ele: " O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão." Dn 7.27;
"se perseveramos, também com ele reinaremos..." 2Tm 2.12;
"e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra." Ap 5.10; mais: Ap  20.6 e 22.5

 

6) O Lar Celestial: Ap 21 e 22; Jo 14
a) Um tesouro: "mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam;" Mt 6.20
b) Há registro dos Eleitos: "Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus." Lc 10.20
c) Lugar reservados para todos os eleitos: "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar." Jo 14.2
d) Cristo ali entrou: "Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus." At 7.55,56
e) Edificado por Deus: "Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus." 2Co 5.1;
"porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador." Hb 11.10
f) Reunião de todos os eleitos: "Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos." Ap 7.9
g) Obediência, condição de entrada: "Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas." Ap 22.14

 

7) Os habitantes do Céu:
a) Um grande exercito: "Só tu és SENHOR, tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora." Ne 9.6;
"Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros." Dn 7.10;
"Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia"  Hb 12.22;
"Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares,"  Ap 5.11,
"Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai." Ap 14.1,
"Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso." Ap 19.6
b) Os Escolhidos de Deus: "Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus." Lc 13.29, "mas os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos não casam, nem se dão em casamento. Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição." Lc 20.35,36;
"Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas." Ap 3.4,
"Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram? Respondi-lhe: meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro, razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima." Ap 7.13-17,
"Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas." Ap 22.14

 

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Como será o milênio? O que iremos fazer neste tempo? Como será a terra? Perguntas importantes que a Bíblia responde...

 

Este pequeno estudo não pretende cobrir tudo que é tratado na Palavra de Deus sobre o milênio. Visa, tão-somente, dar instrução clara e objetiva de alguns pormenores deste maravilhoso tema.

Infelizmente, os cristãos de hoje, em nossas Igrejas, sabem pouco sobre o Reino Milenar de Cristo nesta terra. Uma era futura, onde se cumprirá as promessas de Deus referente as alianças firmadas por Ele no decorrer da história bíblica.

Vamos analisar os aspectos mais essenciais da doutrina:

 

O Reino Milenar é o cumprimento das Alianças Divinas
O estabelecimento do reino milenar de Cristo se torna indispensável, porque somente assim, haverá o cumprimento de todas as alianças feitas por Deus com Israel. Uma aliança é um pacto, um acordo. E Deus fez vários pactos, acordos com a nação de Israel, nas quais, Ele próprio Se obrigou a cumpri-los, independente do homem obedecer a Deus ou não.

Quatro são as alianças incondicionais de Deus para com a nação de Israel:
Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3) – nesta aliança Deus promete fazer de Abraão uma grande nação; esta nação teria a posse da terra; receberiam as bênçãos universais de Deus e através deles, se estenderiam a toda a nação esta mesma bênção por intermédio de Jesus Cristo.
Aliança Palestiniana (Deuteronômio 30.3-10) – uma extensão da Aliança Abraâmica, onde Deus cita mais detalhes sobre a ocupação da Terra Prometida e as bênçãos concernentes a esta ocupação. Através desta aliança a restauração final e a conversão de Israel são garantidas.
Aliança Davídica (2Samuel 7.4-17; 1Crônicas 173-15) – nesta Aliança, Deus prometeu que Israel sempre teria um rei da linhagem de Davi, portanto, o trono seria de possessão perpétua da família Davídica, descendentes da tribo de Judá, sendo que este rei reinaria sobre a nação como um todo.
Nova Aliança (Jeremias 31.27-40; Hebreus 8.7-13) – estabelece um novo coração para Israel, uma conversão genuína e autêntica. É estabelecida sobre o sacrifício vicário de Cristo e, por causa disso, garante bênção eterna para todo aquele que crê.

Nota-se que o devido cumprimento total destas alianças de Deus com Israel será plenamente estabelecido no Reino Milenar.

 

Três escolas principais de interpretação:
1) Pré-Milenistas: entendem a base da interpretação literal das profecias, a Vinda de Jesus Cristo precederá o Seu reinado de mil anos em companhia de Seus remidos.
2) Pós-Milenistas: acreditam que a Segunda Vinda de Jesus Cristo será precedida da vitória final do Evangelho no período do milênio.
3) Amilenistas: entendem que a descrição de Apocalipse 20 é puramente simbólica.

 

Para quem será o Milênio?
1) Jesus Cristo, como Rei Supremo (Zacarias 14.9);
2) Para os Salvos (1Tessalonicenses 4.16-17);
3) Para o remanescente (nações) da Grande Tribulação (Mateus 25.31-46);
4) Para os judeus sobreviventes (Deuteronômio 28.13; Isaías 60.10-15; Zacarias 8.20,23).

 

O Lugar do Reino: será na Terra, refletindo não somente o aspecto espiritual, mas também o terreal (Isaías 65.21; Mateus 5.25-26; Apocalipse 5.9-10).

A Capital do Reino: será Jerusalém (Salmo 48.1-3). Biblicamente, a Palestina é o centro geográfico da Terra. Será o centro de adoração para todos os povos.

A Universalidade do Reino: o reino do Messias será universal abrangendo o mundo inteiro (Ezequiel 43.1-7; Mateus 25.31; Zacarias 14.9; Salmo 72).

Israel no Reino: tendo Cristo como Seu Messias e Cabeça, Israel se tornará a nação líder do mundo, não mais a “cauda” (Deuteronômio 28.13-44; Isaías 60.10-15; Zacarias 8.20-23).

A Igreja no Reino: a posição da Igreja será de esposa ao lado do Esposo, e a Rainha ao lado do Rei. A Igreja reinará com Jesus Cristo (Apocalipse 19 e 20).

 

A Hierarquia no Reino
Encontraremos um sistema hierárquico sólido no reino milenar. Jesus Cristo será o Rei. Abaixo dEle estará o grande Rei Davi, como sendo o regente, o príncipe. Depois outros reinarão sob suas autoridades.

Provas de que Davi é o regente no milênio (Oséias 3.5; Ezequiel 37.24-25; 34.23-24; Isaías 55.3-4; Jeremias 30.9; 33.15-21).

Muitos são contra a idéia de que o Davi histórico reinará literalmente no milênio. Alegam que este Davi é o Senhor Jesus Cristo. A estes quero deixar três importantes versos da Palavra de Deus que demonstram que realmente é o Davi histórico, o segundo rei de Israel.
1) Ezequiel 45.22 – O príncipe nesta passagem oferece a si mesmo oferta pelo pecado. Cristo não pode oferecer sacrifício por seu próprio pecado, pois Ele nunca cometeu pecado.
2) Ezequiel 46.2 – O príncipe está comprometido em atos de adoração. O Senhor Jesus Cristo recebe adoração no milênio, mas não está envolvido com atos de adoração, ou seja, Cristo não se envolve com adoração.
3) Ezequiel 46.16 – O príncipe tem filhos e divide sua herança com eles. Isso nunca poderia acontecer com Jesus Cristo.
Portanto, para aqueles que argumentam que o príncipe citado em Ezequiel é o próprio Jesus Cristo, estas passagens se tornam um grande embaraço em suas doutrinas.

Por que devemos afirmar que realmente será o próprio Davi histórico que irá reinar?
1)     Porque é muito mais coerente com a interpretação literal das Escrituras.
2)     Somente Davi poderia ser regente no milênio sem violar as profecias concernentes ao reinado de Cristo.
3)     Os santos ressurretos terão posições de responsabilidade no milênio como recompensa (Mateus 19.28; Lucas 19.12-27). Davi pode ser designado para assumir tal responsabilidade já que era ‘homem segundo o coração de Deus’.
4)     Davi será nomeado regente sobre a Palestina e governará a terra como príncipe, ministrando sob a autoridade de Jesus Cristo, o Rei.

Note também que nobres e governadores reinarão sob Davi (Jeremias 30.21; Isaías 32.1; Ezequiel 45.8-9; Mateus 19.28). Da mesma forma, muitas outras autoridades menores também reinarão (Lucas 19.12-27). E os juízes serão novamente levantados (Zacarias 3.7; Isaías 1.26).

 

Propósito do Templo Milenar
Na era milenar haverá um novo templo, onde os judeus estabelecerão como centro da adoração no milênio. Este Novo Templo será diferente dos demais, já destruídos, com dimensões diferentes, móveis diferentes dos templos anteriores (Ezequiel 40 a 47).
1)     Servirá para demonstrar a santidade de Deus.
2)     Servirá para prover uma habitação para a glória de Deus.
3)     Servirá para perpetuar o memorial do sacrifício.
4)     Servirá para prover o centro do governo divino.
5)     Servirá para prover a vitória sobre a maldição.

Sacrifícios serão novamente estabelecidos, no entanto, não serão meritórios, ou seja, para perdoar os pecados. Estes sacrifícios serão estabelecidos em caráter memorial. Assim como a ceia é para nós hoje uma lembrança de que Cristo morreu e ressuscitou, os sacrifícios no milênio mostrarão ou apontarão para tal fato.

 

A Atuação do Espírito Santo no Milênio:
O Espírito Santo será derramado sobre toda carne para habitar, encher e ensinar (Jeremias 31.33-34; Joel 2.28-32; Ezequiel 36.25-31). Notamos que a profecia de Joel será finalmente cumprida literalmente, pois apenas uma parte fora cumprida no Dia de Pentecostes.

A obra do Espírito Santo será mais abundante e terá uma manifestação muito maior na era milenar do que em qualquer outra época. Portanto a plenitude do Espírito Santo será comum nesta era (Isaías 32.15; 44.3; Ezequiel 39.29; Joel 2.28-29).

O cristão será, portanto, habitado pelo Espírito Santo da mesma forma como este é hoje (Ezequiel 36.27; 37.14; Jeremias 31.33).

 

Características gerais do Milênio:
1)     Um reino material com duração de mil anos, tendo Jesus Cristo como Rei (Apocalipse 20.5-6);
2)     Satanás será preso (Apocalipse 20.1-3);
3)     Jesus Cristo reinará com cetro de ferro (Salmo 2.8-9; Apocalipse 12.5; 19.15; Gênesis 49.10; Números 24.17);
4)     Vida longa (Isaías 65.19-20);
5)     Real, concreto e visível (Apocalipse 20);
6)     Paz universal entre os povos e as nações (Isaías 9.6; Miquéias 4.3-4; Lucas 2.13-14);
7)     A terra da Palestina será aumentada (Isaías 26.15);
8)     A topografia será alterada (Zacarias 14.4);
9)     As chuvas cairão trazendo bênçãos (Isaías 41.18; Ezequiel 34.26; Joel 2.23);
10) As fontes e mananciais de águas serão abundantes (Ezequiel 47.1-11; Zacarias 14.8);
11) A terra produzirá abundantemente (Isaías 32.15; 35.1; Ezequiel 47.12; Amós 9.13);
12) Haverá paz e justiça em plenitude (Isaías 32.16-17);
13) Haverá paz até na criação de modo geral (Isaías 11.6-9; 65.25; Romanos 8.19-21);
14) O Evangelho será pregado em todo o mundo (Isaías 11.6-9; 14.1-2; 49.22-23; 60.14; Zacarias 8.20-23);
15) Ainda haverá pecado (Isaías 65.18-20; Lucas 19.11-27);
16) Novo Templo e sacrifícios memoriais (Isaías 56.6-7; Ezequiel 40.1 a 44.31);
17) Os salvos estarão em glória com Seu Salvador (Colossenses 3.4);
18) Trabalho. O período do milênio não será caracterizado por inatividade, mas haverá um sistema econômico perfeito, no qual as necessidades do homem serão abundantemente providas por seu trabalho nesse sistema. Haverá uma sociedade plenamente produtiva, suprindo as necessidades dos súditos do Rei (Isaías 62.8-9; 65.21-23; Jeremias 31.5; Ezequiel 48.18-19). A agricultura, bem como a manufatura proverá empregos.
19) Haverá um aumento da luz solar e lunar, isto será a causa do aumento da produtividade na terra (Isaías 4.5; 30.26; 60.19-20; Zacarias 2.5).
20) A língua será unificada, as barreiras lingüísticas serão desfeitas (Sofonias 3.9).
21) Haverá uma transformação no corpo das pessoas que tem deformidades físicas (Isaías 29.17-19; 35.3-6; 61.1-2; Miquéias 4.6-7; Sofonias 3.19).
22) As águas do Mar morto ficarão saudáveis e peixes serão encontrados ali (Ezequiel 47.8).

 

Como será o fim do Milênio?
1)     Satanás será solto (Apocalipse 20.7);
2)     Enganará multidões (Apocalipse 20.8);
3)     Promoverá uma rebelião (Apocalipse 20.9);
4)     Os rebeldes serão mortos queimados (Apocalipse 20.9);
5)     Satanás será destruído com um assopro da boca de Cristo (2Tessalonicenses 2.8);
6)     Satanás será lançado no Lago de Fogo e Enxofre (Apocalipse 20.10);
7)      O último inimigo – a morte – é derrotado (Apocalipse 20.14; 1Coríntios 14.26);

8)      O Reino é entregue ao Pai (1Coríntios 15.24-25,28; Apocalipse 22.1).

 

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Acima de tudo ,lembrai-vos que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. [ 2Pe 1: 20 - 21]

 

SALVAÇÃO : NO GREGO QUER DIZER SOUZO: PAZ, ALEGRIA, SALVAÇÃO DO ESPIRITO DO HOMEM, CURA, LIBERTAÇÃO, TRANSFORMAÇÃO..

  • O QUE JESUS ENSINOU SOBRE CURA
  • – é o principio de Deus para poder liberar cura
    • Mc. 11:22 – 24; Mc. 9: 23; Rm. 14:23; Hb. 11: 6; Hb.10:38;Hb. 11: 01, Gl.3: 9 – 11

A fé vem pelo ouvir a palavra ,onde você colocar a sua fé é o que vai acontecer.

  • Usar o Nome de Jesus – TUDO se rende a esse nome
  • Mc. 16: 17 – 18; Jo. 14: 12 - 14; Fl. 2: 9 – 10; At. 3: 6,16
  • Plena Consciência da perfeita vontade de Deus que é CURAR
  • Is. 53: 4 – 5, At. 4: 29 – 30, I Pe. 2: 24 , João 1 –2, Tg. 1: 17, Jr. 33: 6, Rm. 5: 17, II Pe. 1: 3 - 4
  • PORQUE ALGUNS NÃO SÃO CURADOS:
  • Falta fé - Tg. 1: 5 – 8, Hb. 10: 38, Rm. 14: 22 - 23
  • Alguns nós oramos e não são curados ,mas morrem isso não compete a NÓS JULGAR-MOS "PORQUE", sabemos que a vontade de Deus é sempre curar.
  • Andam pelos sentidos, perdem a fé pois vão pelo que sentem e fé não é sentimentos , mas fé e´ andar sobrenaturalmente, não estou vendo mas crendo no poder curador de Cristo.
  • Confissão errada da palavra : " É Deus não quer me curar, ele esta me provando, quem sabe ele esta provando minha fé, eu não mereço ser curado, bom o médico disse que não tem mais jeito..." TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE ESSA É A CONFISSÃO CERTA . 
  • COMO MORRERAM ALGUNS HOMENS DE DEUS :
    • Davi – I Cr. 29: 26 – 28
    • Abraão – Gn. 25: 8
    • Moisés - Dt. 34: 5 – 7
    • Não precisamos adoecer para poder morrer ,uma vez que estamos debaixo de uma aliança maior, ora conforme esta escrito . Hb. 8: 6
  • O QUE DEVEMOS FAZER DEPOIS DE ORAR-MOS:
    • Permanecer Firme – Fl. 1: 6
    • Fortalecer-se no Senhor – Ef. 6: 10
    • Ações de Graças pela Cura – Ef. 5: 20
    • Alegrar-se no Senhor, na vitória – Fl. 4: 4
    • Oferecer louvor – Hb. 13: 14
    • Manter a fé – I Tm. 1: 19
  • A IMPORTÂNCIA DA CONFISSÃO
  • Confissão no grego quer dizer – é admitir o que o outro diz.
  • Confissão é repetir com nossos lábios o que Deus diz na sua palavra
  • Há poder em suas palavras - Hb. 3:1
  • Somos enredados com o que falamos – Pv. 6:2
  • Nada, em nossa vida de crente é mais importante que a nossa confissão –Rm. 10:8
  • Deus já fez provisão de cura para nós - Ex. 23:25, Ex. 15: 26
  • A única pessoa interessada em você ficar doente é o diabo, afinal o ladrão é ele, Jesus veio para nos dá vida e vida em abundância
  • Tomemos posse da promessa de Deus em nossa vida – Mt 8:17
  • Falar a linguagem da palavra, é resistir a satanás com o " ASSIM DIZ O SENHOR " É RECLAMAR SEUS DIREITOS DIANTE DO TRONO DA GRAÇA, É CONCORDAR COM O QUE A PALAVRA DE DEUS DIZ, que ele tomou sobre si nossas doenças e levou sobre si.
    • Reconheça a autoridade que Deus te deu e confessa que a doença não pode ficar em teu corpo pois Jesus já levou sobre si nossa dores e enfermidades
    • Lembra ele prepara uma mesa perante teus inimigos, a doença é teu inimigo, afinal ela quer te dominar tirar teu animo, tua força para servires ao Senhor, reina em vida, domina a enfermidade pelo poder do nome de Jesus
    • Confissão errada , traz derrota, afinal esta pondo fé na derrota
    • Se queres ter dúvida, tenha dúvida da sua dúvida, não dá palavra
    • É ele que perdoa TODAS as tuas iniquidade e sara TODAS as tuas enfermidades – Sl. 103: 2,3
    • Você pode vencer tudo , A DOENÇA não tem que ficar no teu corpo, ela pode vir, mas ela não pode ficar – I João 5:4
    • Ande por fé não pelos sentidos
  • OS SETE NOMES REDENTORES DE CRISTO
    • JEOVÁ – SAMA – " O SENHOR ESTA LÁ" ISSO É ELE ESTA PRESENTE – TEMOS O PRIVILEGIO DA PRESENÇA DO SENHOEM NOSSAS VIDAS - EZ.48: 35
    • JEOVÁ – SALUM – " O SENHOR É NOSSA PAZ " REVELA O PRIVILEGIO DE TERMOS A SUA PAZ – JZ. 6:23,24
    • JEOVÁ – RA-AH – " O SENHOR É MEU PASTOR " – SL 23:1
    • JEOVÁ – JIREH - " O SENHOR PROVERÁUMA OFERTA". GN. 22:14 CRISTO FOI NOSSA OFERTA
    • JEOVÁ NISSI –" O SENHOR É NOSSA BANDEIRA" OU VENCEDOR OU CAPITÃO – ÊXO. 17:15
    • JEOVÁ – TSIDKENU – " O SENHOR JUSTIÇA NOSSA " JER. 23:06
    • JEOVÁ – RAFA –" EU SOU O SENHOR TEU MÉDICO " OU EU SOU O SENHOR QUE TE SARA – ÊXO. 15:26 ESSE NOME É DADO PARA REVELAR NOSSO PRIVILEGIO EM PODER-MOS SER CURADOS PELO NOME REDENTIVODE JESUS E SER CURADO.
  • PORQUE ALGUNS USAM O EXEMPLO DE JÓ PARA QUERER JUSTIFICAR QUE DEUS PÕE ENFERMIDADES NO HOMEM???
    • NÃO FOI DEUS QUEM FERIU JÓ – " ENTÃO SAIU SATANÃS DA PRESENÇA DO SENHOR E FOI E FERIU A JÓ DE ÚLCERAS MALIGNAS...JÓ 2: 7
    • JESUS DISSE: SE VÓS SENDO HOMENS MAUS SAIBES DÁ BOAS DÁDIVAS A VOSSO FILHOS, QUANTO MAIS O VOSSO PAI CELESTIAL.
    • JESUS NUNCA DEIXOU DE CURAR NENHUM DOENTE ,TODOS ELE CUROU. Mt 9: 35, Lc. 6: 19
  • MALDITOS NUNCA MAIS:
    • FOMOS REDIMIDOS DA MALDIÇAÕA DA LEI. GÁLATAS 3: 13...JESUS NOS REDIMIU DO PECADO, DA DOENÇA ,DA MISERIA...QUEM VEIO PARA ROUBAR , MATAR E DESTRUIR FOI SATANAS ESSE É O PAPEOL DELE...
    • JESUS QUANDO VEIO A TERRA ELE CUROU HÁ MUITOS QUE ESTAVAM OPRIMIDOS PELO DIABO...ATOS 10:38 " COMO DEUS UNGIU A JESUS DE NAZARÉ COM ESPIRITO SANTO E COM VIRTUDE; O QUAL ANDOU FAZENDO O BEM, E CURANDO A TODOS OS OPRIMIDOS DO DIABO, PORQUE DEUS ERA COM ELE". Então quem trás doença para o nosso corpo não é Deus ,afinal Jesus curou a todos oprimidos...quem oprime o homem com enfermidades não é Jesus...A PALAVRA FALA LITERALMENTE DA CURA DO CORPO
    • QUEM AMA MALTRATA? NÃO SERIA MUITA MALDADE DE DEUS COLOCAR UM CÂNCER EM SEUS FILHOS ? SERIA DEUS VERDADEIRAMENTE BOM ,FAZENDO ISSO ? MEDITEMOS UM POUCO SOBRE ISSO!!! SE ENFERMIDADE VEM DE DEUS PORQUE JESUS CUROU A TANTOS QUANDO AQUI ESTEVE DE ENFERMIDADES TÃO TREMENDAS? QUE PRAZER TERÍA DEUS EM PÔR ENFERMIDADES EM SEUS FILHOS QUANDO EM TIAGO DIZ QUE TODA BOA DÁDIVA E TODO DOM PERFEITO VEM DE DEUS...DOENÇA É UMA BOA DÁDIVA VINDO DE DEUS? ISSO SERÍA MUITO CONTRADITÓRIO FALAR QUE ELE É BOM E AO MESMO TEMPO DIZER QUE ELE TRAZ DOENÇA PARA NOSSO CORPO.
  • COMO É PARA OS FILHOS DE DEUS MORREREM !!!
  • " NA VELHICE VIRÁS À SEPULTURA , COMO SE RECOLHE O FEIXE DE TRIGO A SEU TEMPO" . JÓ 5:26 , ALELUIA!!! É ASSIM QUE UM FILHO DE DEUS MORRE!!!
  • " TIRÁS A RESPIRAÇÃO, MORREM, E VOLTAM PARA O SEU PÓ" SALMO 104:29. CRENTE CONHECEDOR DA PALAVRA MORRE ASSIM...
  • A GRANDE PERGUNTA É., PORQUE TANTOS FILHOS DE DEUS, MESMOS PASTORES, MESTRES, MULHERES DE DEUS MORREM COM TANTA DOENÇA RUIM...FALTA CONHECEIMENTO DA PALAVRA DE DEUS, FALTA TOMAR POSSE DA PROMESSA, FALTA CRER, FALTA REIVIDICAR OS DIREITOS QUE JESSU RECONQUISTOU PARA NÓS NA CRUZ, NÓS PERDEMOS QUANDO O HOMEM PECOU,MAS JESUS TROUXE DE VOLTA PARA O HOMEM...
  • COMO DEUS CHAMA AS ENFERMIDADES:
  • " O SENHOR VIROU O CATIVEIRO DE JÓ QUANDO ORAVA POR SEUS AMIGOS". JÓ 42:10. CATIVEIRO É A VONTADE DE DEUS PARA O HOMEM? MAS ESTA ESCRITO ASSIM. " O ESPIRITO DO SENHOR ESTA SOBRE MIM PARA APREGOAR LIBERDADE AOS CATIVOS" . LUCAS 4:19, JESUS VEIO TRAZER LIBERTAÇÃO.
  • " NÃO CONVINHA SOLTAR DESTA PRISÃO... A QUAL HÁ DEZOITO ANOS SATANÁS TINHA PRESA" ? . LUCAS 13:16, JESUS NÃO PRENDE OS HOMENS ELE OS LIVRA. " PÔR EM LIBERDADE OS OPRIMIDOS". LUCAS 4:18
  • ISSO É O QUE A PALAVRA FALA SOBRE ENFERMIDADES....DOENÇA É UMA PRISSÃO, É OPRESSÃO DO DIABO...JESUS VEIO TRAZER LIBERDADE, LIBERTAÇÃO.  
  • CURA PARA O CORPO E CURA PARA A ALMA:
    • 1Pe. 2: 24 ... E pelas suas feridas fostes sarados , por essa escritura observamos CURA para o CORPO e CURA PARA A ALMA, na redenção de Cristo temos cura ...JESUS não fica satisfeito com meia salvação, o sacrifício do calvário foi completo, Jesus levou na cruz nossos pecados e doenças , e se ele levou com certeza não precisamos mais ficar na prática do pecado, nem ficarmos doentes.
    • " EU SOU O SENHOR QUE TE SARA", se três milhões de pessoas puderam crer nisso, estando debaixo da lei e encontrar PERFEITA SAÚDE, não podemos nós também debaixo da graça, misericórdia e verdade , ser um corpo sadio de Cristo.
    • Em Cristo o homem encontra hoje as duas coisas perdão dos pecados e saúde para seu corpo físico.
    • " ACIMA DE TUDO FAZ VOTOS POR TUA PROSPERIDADE E SAÚDE , ASSIM COMO É PROSPERA A TUA ALMA" .I I I João. A enfermidade destroí e Jesus veio trazer vida espiritual e saúde para nossos corpos.
MEU AMADO IRMÃO A TRADIÇÃO TEM PROCURADO INVALIDAR O PODER CURADOR DE CRISTO DURANTE MUITAS GERAÇÕES, AS PESSOA TÊM VISTO DEUS COM UM PAI MAL, CARRASCO QUE QUER MACHUCAR SEUS FILHOS, FERIR SEUS FILHOS,DEIXA-LOS MORRER ...MAS VÓS TRAGO BOAS NOVAS POIS O EVANGELHO É BOAS NOVAS JESUS MORREU MAS RESSUSCITOU E NESSE ATO DE RESSUSCITAR TROUXE PARA NÓS VIDA, SALVAÇÃO, SAÚDE, LIBERTAÇÃO, RESTAURAÇÃO, BONDADE, MISERICÓRDIA, ELE NOS DEVOLVEU TUDO QUE O HOMEM PERDEU NO ÉDEN, JESUS VENCEU POR TODOS E AGORA ANDEMOS NA VITÓRIA DO CALVÁRIO.

 

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A Bíblia Sagrada ensina que antes do pecado o ser humano era uno, ou seja, ele não era dividido em corpo, alma e espírito. Por causa do pecado veio a morte espiritual e, desde então, todos passaram a ser corpo, alma e o “espírito morto”.
CORPO
Todos o nós temos: uns mais altos, outros, mais baixos; mais gordos, ou magros, esbeltos; uns cabeludos, outros, carecas; uns bonitos, outros feios. É onde vivemos. Quer gostemos dele ou não, aqui vamos viver até nosso último suspiro. É a “nossa casa”.
Meu corpo precisa de ar, alimento, água, descanso, exercícios e tratamento preferencial para que a saúde se mantenha perfeita.
ALMA
Objetivamente, como “me aprendi” à luz das Sagradas Escrituras, (e sem querer entrar no campo da psicologia), a alma “sou eu”, de fato! Sou eu quem mora neste corpo. Ela está dividida em alguns compartimentos: personalidade, caráter e temperamento.
Isso ficou completamente elucidado para mim quando estive morto, em 1989. Meu corpo ficou na cama da UTI, do Hospital Paraná, e eu estava fora, vendo-o ali, inerte.
Minha alma precisa de carinho, afeto, distração, laser; precisa amar e sentir-se correspondida, A alma “sou eu” que se expressa e se manifesta através o corpo onde eu resido.

ESPÍRITO
Embora sendo filho de servos do Senhor Jesus, eu nasci morto em meu espírito por causa do pecado de Adão e Eva. Ao nascer de novo, pelo poder do Espírito Santo, meu espírito reviveu e recebi a vida eterna e, desde então, meu destino é o céu, a pátria celestial – se eu permanecer fiel e obediente à Palavra de Deus.

Após esse nascer de novo, pelo Espírito Santo, quem olha para mim vê meu corpo - que é onde eu moro. A partir desse momento meu corpo já não me pertence; já não posso “fazer qualquer coisa com ele” pois desde então passei a ser “morada de Deus em Espírito”, “Casa de Deus”, “Templo do Espírito Santo”. Voltei a ser originalmente o que Deus planejou para todo ser humano: uno!

Por causa do pecado, nossa alma (que sou eu e você interiormente) transformou-se nesse labirinto terrível de onde, para sair, o único caminho é pelo novo nascimento e constante sensibilidade ao tratamento diário, que o Espírito Santo promove através as circunstancias cotidianas.

Mesmo já sendo de Jesus há todo um trabalho de restauração a ser executado pelo Espírito Santo na maneira de pensar, (com reflexos, inclusive, no crescimento intelectual); na vida emocional (com cura e santificação nas emoções e sentimentos mediante o aprendizado de administração dos pensamentos indesejáveis e na convivência com as lembranças amargas), e na vida espiritual (mediante o conhecimento do lugar quando ao lugar que é nosso por direito de conquista de Jesus). Tudo isso faz parte do trabalho de reconstrução deste novo Templo do Espírito Santo.

Restaurar é recuperar, renovar, remendar, refazer ou reconstruir alguma coisa. Mas nosso assunto não é restauração de coisas, mas, sim, reconstrução, restauração de seres humanos e, especialmente, de servos do Deus vivo.
Todos nós, seres humanos temos alguma área de nossa vida que precisa ser transformada, restaurada, renovada e, em muitos casos, reconstruída.

 

MENTAL - INTELECTUAL
Alguns há em que, a restauração que precisa acontecer urgentemente é na sua maneira de pensar. Precisam descobrir o segredo, a fórmula apresentada pelas Escrituras Sagradas a respeito e obedecer prontamente à ordem do Apóstolo Paulo: “transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Ele já sabia que, para se experimentar “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”, além do novo nascimento, isso só aconteceria pela transformação da mente “. (Rm 12.2)”.

 

A) O QUE É TER UMA MENTE TRANSFORMADA?
Paulo explicou magistralmente no mesmo versículo: “não vos conformeis com este mundo!”.

 

B) O QUE É NÃO SE CONFORMAR COM ESTE MUNDO?
Para alguns, é só “não ir à praia; não usar barba, cavanhaque ou bigode; não praticar nenhum esporte e nem ver televisão; mulher não usar calça comprida, jóias, pintura, não cortar cabelo” etc., etc. Mas, em verdade, “não se conformar com este mundo” é muito mais do que estas coisas efêmeras, passageiras, “regionais e mutáveis” conforme constatamos quando viajamos pelo mundo a fora.
Paulo não se refere ao cosmos, a galáxia e o planeta terra (que a meu ver é o Paraíso) e tudo o que nela existe e está à nossa disposição para bem dela desfrutarmos seja os para habitar ou para relaxar num laser santo. “Mundo é toda forma de pensar, falar e agir que fira qualquer um dos princípios da santa Palavra de Deus”. Ao concordamos com uma atitude antibíblica na vida real, ou mesmo em uma cena de um filme ou novela, “já estamos no mundo”. Precisamos da renovação da mente, - o que só acontece através a Palavra de Deus.
E quanto à maneira de pensar errada, que nos foi legada pelos nossos parentes que exerceram fortes influências ao longo de nossa infância, adolescência e que nos afetam até o dia de hoje e, em muitos, por toda vida? Só a Palavra de Deus promoverá a necessária renovação da mente para pensar, estabelecer alvos e metas atingíveis segundo “a boa, perfeita e agradável vontade de Deus”. Esse Deus que, desde o pecado de Adão, continua fazendo Sua mente santa pensar só o que é “bom, perfeito e agradável” para todos os que O amam. A estes Ele diz: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Eu tenho preparado aqueles que Me amam”. (I Coríntios, 2.9).
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses, 4.8). É desse jeito!

 

C) E O QUE O SENHOR PENSA A MEU RESPEITO?
Precisamos aprender e viver esta verdade do Eterno: “Eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor, pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais”. Somente a partir do momento que entendemos que o Senhor só pensa o melhor de nós, que Ele tem e quer fazer “infinitamente mais do que pedimos ou pensamos” para cada um de Seus filhos então passaremos a orar, crer, confiar, louvar, adorar e receber tudo o que nos diz respeito - à Sua maneira. E à Sua maneira e no Seu tempo é sempre melhor!
“Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração”. (Jr 29.11-13).
Se estás percebendo que precisas de renovação, ou restauração na sua maneira de pensar, aí está o único caminho a seguir imediatamente.

 

D) QUE POSITIVAS CONSEQÜÊNCIAS POSSO ESPERAR?
Numa palavra: uma completa revolução mental com diretos reflexos na sua maneira de pensar e que alterará completamente e para melhor, toda a sua existência na terra dos viventes!

 

EMOCIONAL - SENTIMENTAL
Não é preciso ir muito longe para constatarmos quantos estão com seus sentimentos e emoções abaladas. Foram tantas as “ultrapassagens nos limites do respeito” à sensibilidade que hoje o que domina é a mágoa, o ressentimento, o rancor, o desejo de vingança, o ciúme, o desamor pessoal, a autocomiseração e o ódio. É impossível viver em paz dessa maneira. Se não houver uma reconstrução racional e inteligente na sua maneira de pensar, sentir e no lidar com as lembranças amargas que sua memória faz questão de manter acesa, nem você se agüentará no final de sua existência...

O Homem ressurreto, de Nazaré, ainda pode reconstruir suas emoções da mesma maneira que Ele o fez com a mulher adúltera, (João, 8.1-11), comigo e, com tantos outros que conheço e que não conheço, mas que, com toda certeza, tiveram sua vida emocional e sentimental reconstruída.

Queres a reconstrução de suas emoções e sentimentos? O caminho é Jesus. É só ir diretamente a Ele, deixa-Lo trabalhar e o tratamento começará imediatamente! Curou-me e restabeleceu meus sentimentos e ensinou-me a administrar minhas lembranças amargas de tal modo que hoje, sem muito esforço, consigo relembrar com muito maior freqüência as coisas boas desde a minha mais tenra infância. Fará o mesmo por você!
E tudo está relacionado com a maneira de pensar!

(Hoje há muitos mestres nesta área de cura interior e quebra de maldições hereditárias. Procure alguém que seja recomendado por seu Pastor ou que você conheça e, com certeza, o milagre acontecerá em sua vida. Se quiser, fale conosco).

 

ESPIRITUAL
Ha muitos anos ouvimos falar de renovação espiritual. Quantos há que a esperam e, parece, que ela está tão longe e, para alguns talvez ela nunca chegue.

I) RENOVAÇÃO
É algo que acontece na pessoa, no indivíduo. Para que aconteça a renovação espiritual, necessário se faz ter visão intima, pessoal e clara de que está necessitando ser renovado em sua fé, esperança, amor por Jesus, (esposa e filhos, família), no fervor, desejo de buscar a Deus e meditar em Sua Palavra, no prazer em estar na Casa de Deus congregando com o Seu povo e junto com a sua família.
No dizer de alguns: “voltar ao primeiro amor”. Mas quero dizer que esta volta ao primeiro amor jamais acontecerá porque “a tristeza segundo Deus” que promove o arrependimento só acontece uma vez no ser humano. Que fazer, então?!

O escritor da carta aos judeus assim define a situação: “Porque é impossível que os que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; VISTO QUE, QUANTO A ELES, ESTÃO CRUCIFICANDO DE NOVO O FILHO DE DEUS, E O EXPONDO AO VITUPÉRIO. Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a benção da parte de Deus, as se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto esta da maldição, o seu fim é ser queimada”. “Porque, se voluntariamente continuarmos no pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma expectação terrível de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários”. (Hebreus, 6.4-8; 10.26-28).

Percebe? Não há volta ao “primeiro amor”. Aquela alegria dos primeiros dias de novo convertido passa tão logo se é batizado nas águas e o próprio Espírito Santo o leva ao deserto – exatamente como aconteceu com nosso Senhor. Existe solução? Sim. A única solução é: SEJA CHEIO DO ESPÍRITO SANTO! Isso mesmo. Simplesmente porque a primeira característica do fruto do Espírito Santo é AMOR! Quando estamos cheios, transbordando do Espírito Santo o amor é a primeira evidencia natural que aparece. Todos percebem, todos notam. É impossível esconder o amor – sobretudo esse que é fruto do Espírito Santo.Quando isso acontece, não há como evitar o,

 

II) AVIVAMENTO
O verdadeiro avivamento caracteriza-se pelo mover do Espírito Santo na coletividade, na comunidade e na Igreja.
Quando isso está acontecendo é porque há pessoas renovadas no e pelo Espírito Santo. A família percebe, os amigos idem e, onde alguém cheio do Espírito Santo se faz presente “o fogo do céu se faz presente!” A conseqüência disso é o

 

III)- DESPERTAMENTO ESPIRITUAL
Que é o resultado desse avivamento se impregnando nos porões da sociedade secular.
Ainda não estamos vendo isso acontecer, mas com certeza, haveremos de ver. É promessa do Deus vivo através do profeta Zacarias para esses dias. (Zc, 10.1).
Para que isso aconteça tem que haver total disponibilidade pessoal e abertura à maior de todas as restaurações em cada TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO.

Muitos há que precisam experimentar uma completa restauração em sua maneira de pensar, inclusive, para ter sua qualidade de vida melhorada em todos os sentidos; outros carecem urgentemente de uma reconstrução em suas emoções e vida sentimental. Com relação ao corpo, todos os servos do Senhor Jesus hão de vê-lo transformado, ou pela ressurreição, ou o arrebatamento.

RESTAURAÇÃO TOTAL DOS TEMPLOS DO ESPÍRITO SANTO
O ÚNICO CAMINHO

Finalmente, para que haja a total e completa restauração em todos os TEMPLOS DO ESPÍRITO SANTO só há um caminho: TODOS, INDISTINTA E INDIVIDUALMENTE TODOS, (também estou incluído) PRECISAMOS TER A PLENITUDE DO PODER DO NOME DE JESUS RESTAURADO EM NOSSA MENTE, NA MANEIRA DE PENSAR, NO INTELECTO, NAS EMOÇÕES, SENTIMENTOS E, SOBRETUDO, NO ESPÍRITO, PELO PRÓPRIO ESPÍRITO SANTO, O PAI DE JESUS E NOSSO.
Cada um de nós precisa liberar o Espírito Santo para que Ele promova esta restauração de tal maneira como o foi com Pedro, Estevão, Felipe, Paulo, Silas, - isso só para citar apenas alguns homens de Deus do Novo Testamento. ISSO MESMO: LIBERAR – PORQUE O ESPÍRITO SANTO JÁ ESTÁ DENTRO DE CADA SALVO. Aguarda, apenas, uma tomada de posição de cada servo Seu! Ele espera, e quer, que cada servo do Seu seja um abençoador constante a tal ponto de promover alegria e paz a todos aqueles com quem falar ou conviver.
Ele quer que não só a Palavra de Deus seja viva em nós; mas a plenitude do poder do Nome de Jesus, também!

É nesse Nome que o pecador é perdoado e salvo. É nesse Nome que o crente é batizado com o Espírito Santo e com fogo. É nesse Nome que todo o império das trevas bate em retirada. É nesse Nome que as doenças saem do corpo dos Templos do Espírito Santo. É nesse Nome que abençoamos e somos abençoados: O NOME DE JESUS!

Na hora que essa ousadia advinda de Sua santa presença acontecer na sua mente, no seu intelecto, nas suas emoções e vida sentimental, na sua vida espiritual e em cada um de todos os servos de Deus, não só veremos todas as nossas circunstancias sofrerem uma mudança radical como, também, experimentaremos o mover do Espírito Santo que está programado para acontecer antes do arrebatamento da Igreja. Tudo isso por causa do poder do Nome de Jesus.
É essa a última restauração que falta acontecer na EM CADA TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO que faz parte desta Igreja gloriosa do Deus vivo, antes dela ir ao encontro do Senhor Jesus nos ares.
Busque essa experiência com Jesus até que ela aconteça em sua vida e incentive todos aqueles com quem você conversar a fazer o mesmo. É o que estou fazendo para a glória de Deus!

Veremos esta restauração dos Templos do Espírito Santo acontecer em todos aqueles que viverão estes últimos segundos da Igreja neste mundo tenebroso.

ORE COMIGO:

“Espírito Santo, Pai de Jesus e nosso, reconheço quer preciso urgentemente de uma renovação total em minha maneira de pensar; eis a minha mente, eu a entrego voluntariamente e peço-Te. leve-a completamente cativa e submissa à obediência de Jesus. Pelo Teu poder ajuda-me a vencer diariamente a batalha entre o meu velho ser e o novo; que o novo homem, nascido de Ti, oh! Espírito Santo seja sempre vencedor constantemente, para a Tua glória. Rasga o véu do meu entendimento e abre a minha visão espiritual fazendo-me transbordar de Tua santa presença a tal ponto que todos os que comigo convivem percebam que não mais vivo eu, mas que o Espírito Santo é quem opera em mim tanto o querer como o realizar em todas áreas de minha vida. Enche-me de Tua presença aqui e agora, oh! Espírito Santo. Mantenha-me constantemente cheio e transbordando-Te em mim até ouvir o toque da trombeta. Eu recebo este milagre pela fé e no poder do invencível e Todo Poderoso Nome de Jesus. Amém e amém!”.

 

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Evangelho de Mateus 28.18 - “Jesus, aproximando-se, falou-lhes dizendo: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra.” [2]
Quando vamos falar sobre autoridade de Jesus Cristo, é importante que tenhamos bem claro alguns conceitos.
Segundo Aurélio (1995), autoridade é: “Direito ou poder de se fazer obedecer, de dar ordens, de tomar decisões, de agir, etc.; aquele que tem tal direito ou poder, aquele que tem por encargo fazer respeitar as leis.”
Na “gramática elementar da língua hebraica”, a palavra autoridade, “TY”, significa aquele que tem poder, força, já no “léxico do N.T. Grego/Português”, a palavra autoridade, é um substantivo, nominativo, feminino, singular que significa poder absoluto.

 

Jesus Cristo, tem o significado de escolhido, ungido ou separado, para salvar a humanidade. Jesus Cristo, iniciou seu ministério aos 30 (trinta) anos de idade, conforme a tradição dos judeus (Nm.4.3).
Quando Jesus foi batizado com água, foi também batizado com poder, autoridade, foi quando deu início ao seu ministério, concebendo esta autoridade a todos conforme conta em Atos 1.8, quando então se cumpriu a profecia de Joel, Pentecostes. “Mas recebereis poder (autoridade), ao descer sobre vós o Espírito Santo,...”.
Muitas pessoas chamaram Jesus de “Senhor”, isto por que Deus diz que toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.
A palavra grega Kurios, que na Bíblia foi traduzida por Senhor, era um título de autoridade. As pessoas o usavam para demonstrar respeito. Este título, era atribuído ainda ao chefe do lar, aos governantes, aos donos de escravos.
Chamar Jesus de Senhor é reconhecer Sua autoridade suprema sobre o universo, e Seu direito de governar nossas vidas.

 

Jesus provou Sua autoridade em Seus ensinos (Mt.7.29), sobre a natureza, andando sobre as ondas encapeladas, quando mandou a tempestade acalmar, quando transformou águas em vinho e multiplicou os pães e peixes. Provou ainda sua autoridade sobre as doenças e a morte. Ao Seu toque, os surdos começaram a ouvir, os cegos a ver, os aleijados a andar. Ele trouxe os mortos de volta à vida. Ele mesmo morreu e ressurgiu.(João 10.18)
Jesus provou sua autoridade moral. Viveu uma vida sem pecados, estabeleceu o melhor código de ética, transformou vidas arruinadas em vidas puras e úteis.(João 17.2, Mt. 11.27)

 

Jesus provou sua autoridade espiritual, ao perdoar pecados (Mt.9.6, João 5.27), ao expulsar maus espíritos, libertando suas vítimas, fazendo a obra de Seu Pai e revelando Deus à humanidade. Ao voltar para o céu e ao enviar o Espírito Santo à Sua igreja.(Lc.4.31-37)

Jesus provou sua autoridade sobre Sua igreja. Enviou Seus seguidores a evangelizarem o mundo, dando-lhes poderes sobrenaturais para fazerem isto.(Lc.9.1; Fp.3.21).

 

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Quando paramos e olhamos para nossas vidas, na condição de servos do Senhor, facilmente chegamos à conclusão que não precisamos de mais nada, pois o Mestre nos concedeu todas as coisas necessárias para gozarmos a eternidade na Glória. Ele pagou o preço e nos habilitou a viver uma vida santa e pura (Lv 19.2; Jo 17.16,17) numa terra estranha.

O Servo do Senhor deve andar com a mente nos céus, mas lembrando sempre que os pés estão sobre a terra; aqui estamos e vivemos. Jesus, afirmou:
“Eles não são deste mundo...” (Jo 17.16), em outras palavras, Paulo fez a mesma declaração: “Somos cidadãos dos céus...” (Fp 3.20).
Verdadeiramente somos estrangeiros neste mundo governado pelo maligno (1º Jo 5.19, Jo 16.11); conseqüentemente, não falamos a mesma língua, não compartilhamos os mesmos costumes e a nossa cultura é totalmente adversa. E isto tudo, automaticamente nos coloca em oposição ao diabo e aos homens ímpios. A grande missão do diabo é levar o servo à uma situação de desobediência e rebelião diante de Deus e para alcançar este objetivo, ele usa de toda a sua sabedoria e influência.

Como estrangeiros e por não assimilar os costumes e práticas comuns aos homens; a exemplo do Senhor, não nos tornamos bem vistos e estes desenvolvem sentimentos de inimizade e nos encaram como companhias desagradáveis. Vejam as palavras do Mestre: “...e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo...!” (Jo 17.14) e ainda:
“...No mundo passais por aflições...” (Jo 16.33).

 

É impossível ao Servo viver em comum acordo e participar dos anseios deste mundo. Afinal, fomos chamados para sermos “separados!”

E esta condição de “separado”, chama sobre nós à atenção de satanás, que com todas as suas forças se aproxima tentando induzir-nos a pecar. Sãos os pensamentos impuros e pecaminosos que querem invadir a nossa mente. Usa de nossa visão e apresenta-nos coisas pecaminosas. São as palavras ímpias que nos faz ouvir e procura nos conduzir a lugares impróprios aos santos. Além de levantar homens maus que nos querem atingir. Na prática isto significa a luta do Espírito contra a carne descrita em Gálatas 5.17:
“Porque a carne luta contra o Espírito...” ( veja o texto completo Gl 5.16-26).
Mas, apesar desta pressão aparentemente invencível, o Senhor nos deu uma palavra de ânimo:
“ Resisti ao diabo, e ele fugirá!” (Tg 4.7)
Resistir! é isto que Ele quer dos seus santos, homens fortes e vencedores, portanto, resistam!

 

O Senhor conhece as fraquezas e dificuldades comuns aos homens, afinal, Ele nasceu de mulher; sentiu dores; experimentou a tristeza em muitas situações, alegrou-se em outras; trabalhou com as mãos e do seu rosto escorreu o suor; viveu numa comunidade; muitas vezes sentiu fome e sede (veja os evangelhos). Em resumo, o Senhor foi um homem comum. Despojado da glória celeste; sujeito aos mesmos erros e dissabores dos demais humanos. Era com muito esforço e luta (Jejuns, orações, pureza, etc) que conseguia ter comunhão com o Pai. Ele conseguiu e afirmou-nos que podemos também!
Ele sabe o quanto custa obedecer a Deus num meio que é hostil a Deus. E nos temos de aprender a obediência e exercitá-la em nossa vida.
É muito comum ouvirmos as pessoas falarem que pagariam qualquer preço para servirem a Deus, no entanto, quando o Espírito os convoca e apresenta situações desconfortáveis, voltam atrás em suas declarações.

 

Às vezes, a obediência a Deus implica a separação de pessoas ou coisas que amamos. Em muitos casos, de coisas boas em si, que dEle próprio havíamos recebido, ou, ainda, de pessoas muito amadas ou familiares que são retirados de nós ou porque a obediência a Deus, requer que os laços sejam desfeitos. Talvez seja necessário abandonarmos a vida profissional, ou, ainda a obra espiritual que desejávamos fazer e, dizermos não ao “sistema cristão”, às tradições que enchem as igrejas (pentecostais ou não), e à nossa cultura cristã pré-concebida que só podemos servi-Lo dentro de uma igreja e outros conceitos humanos.

“Porque amaram mais a glória dos homens, do que a glória de Deus.” (Jo 12.43)
Este texto explica o fato de muitos, mesmo conhecendo os erros e pecados que envolvem o “sistema” persistirem apoiando-os em desobediência a Deus.

É tempo de sermos sensíveis ao Espírito Santo, ouvirmos a sua voz e a exemplo do Senhor Jesus levantarmos e pagarmos o preço de sermos santos, fieis e dignos da filiação divina.        E preciso termos a consciência que já não somos nossos e que a nossa vontade deve ser totalmente submetida ao querer do Senhor (1º Co 5.15).

Assim seremos homens e mulheres merecedores destas maravilhosas e profundas palavras:
“Homens dos quais o mundo não era digno!” (Hb 11.38) Amém!

 

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Jesus esteve presente nos tempos eternos, nos quais, Deus alegrava-se com a idéia da criação; participou do gênesis ativamente e ainda nos dias iniciais da existência do homem, foi alvo de uma profecia – promessa – que apontava para o maior dos sacrifícios, através do qual, a humanidade seria restaurada e viveria uma nova dimensão, uma vida fundamentada na rocha, inabalável e firme o suficiente para suportar as intempéries do dia-a-dia.
Oh graças! Muitos séculos passaram-se desde aquele dia memorável, no qual a promessa foi firmada, mas, o Todo-Poderoso não se esquece! E no tempo oportuno, explicita o quanto gosta do homem, enviando o Senhor para o sacrifício que restauraria a comunhão pessoal  com Ele.

Neste artigo, quero mostrar a grandiosidade do Senhor Jesus, apresentando  os Títulos e Nomes, pelos quais foi reconhecido pelo Seu povo.
Veja:

1) Advogado - 1Jo 2.1 22) Precursor – Hb 6.20 43) Rei dos Séculos – 1Tm 1.17 64) Príncipe da Vida – At 3.15
2) Todo-Poderoso - Ap 1.8 23) Glória do Senhor –  Is 40.5 44) Rei dos Judeus – Mt 2.2 65) Príncipe da Paz – Is 9.6
3) Braço do Senhor  -  Is 51.9; 53.1 24) Deus – Jo 20.28; Rm 9.5 45) Rei dos Reis -  1Tm 6.15 66) Profeta – Lc 24.19; At 3.22
4) Autor e consumador da fé Hb 12.2 25) Bom Pastor – Jo 10.11 46) Rei das Nações – Ap 15.3 67) Ressurreição e Vida – Jo 11.25
5) Autor da Salvação Hb 2.10 e 5.9 26) Guia – Mt 2.6 47) Legislador – Is 33.22 68) Rocha – 1Co 10.4
6) Filho Amado - Mc 1.11 27) Sumo – Sacerdote – Hb 4.14 48) Cordeiro –  Jo 1.29; Ap 13.8 69) Raiz de Davi – Ap 22.16
7) Renovo – Is 4.2 28) Cabeça da Igreja – Ef 1.22 49) Príncipe – Is 55.4 70) Palavra de Deus – Ap 19.13
8) Pão da Vida – Jo 6.35 29) Herdeiro – Hb 1.2 50) Vida – Jo 14.6 71) Salvador – Lc 2.11
9) Supremo Pastor – 1Pe 5.14 30) Santo Servo – At 4.27 51) Luz do Mundo – Jo 8.12 72) Semente da Mulher – Gn 3.15
10) Cristo de Deus – Lc 9.20 31) Santo – At 3.14 52) Leão de Judá – Ap 5.5 73) Pastor – 1Pe 2.25
11) Consolador de Israel - Lc 2.25 32) Santo de Deus – Mc 1.24 53) Senhor da Glória – 1Co 2.8 74) Filho de Deus Bendito – Mc 14.61
12) Pedra de Esquina – Sl 118.22 33) Santo de Israel – Is 41.14 54) Senhor dos Senhores –1Tm 6.15 75) Filho de Davi – Mt 1.1
13) Conselheiro –  Is 9.6 34) Salvação – Lc 1.69 55) Homem de Dores – Is 53.3 76) Filho de Deus – Mt 2.15
14) Criador – Jo 1.3 35) Eu Sou – Jo 8.58 56) Mediador – 1Tm 2.5 77) Filho do Altíssimo – Lc 1.32
15) Sol Nascente – Lc 1.78 36) Imagem de Deus – 2Co 4.4 57) Mensageiro da Aliança – Ml 3.1 78) Filho do Homem – Mt 8.20
16) Libertador – Rm 11.26 37) Emanuel – Is 7.14 58) Messias – Jo 1.41 79) Filho da Justiça – Ml 4.2
17) Porta – Jo 10.7 38) Jesus – Mt 1.21 59) Deus Poderoso – Is 9.6 80) Verdadeira Luz – Jo 1.9
18) Eleito de Deus – Is 42.1 39) Jesus de Nazaré – Mt 21.11 60) Poderoso – Is 60.16 81) Videira Verdadeira – Jo 15.1
19) Pai Eterno – Is 9.6 40) Juiz de Israel – Mq 5.1 61) Estrela da Manhã – Ap 22.16 82) Verdade – Jo 1.14
20) Primeiro e Último – Ap 1.5 41) Justo – At 7.52 62) Nazareno – Mt 2.23 83) Palavra, Verbo – Jo 1.1
21) Primogênito – Ap 1.5 42) Rei – Zc 9.9 63) Filho Unigênito – Jo 1.18 84) Bispo – 1Pe 2.25

 

Este é Jesus, grande o suficiente para jamais poder entendê-lo (Rm 9.5), mas, tão humilde e amável, quanto um cordeiro (Jo 1.29).

Sejamos pois,  um com o Senhor Jesus Cristo!

 

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A Vinda do Senhor Jesus Cristo - o Messias - como salvador da humanidade, bem como sua obra e sofrimento foram profetizados muitos séculos antes do Seu nascimento.  Deus usou homens santos para predizerem detalhadamente como seria o Messias, sua vinda e manifestação do Reino dos céus. Como sabemos, o Messias foi rejeitado e morto pelos judeus. Ressuscitado, está ao lado do Pai e em breve retornará para conduzir os eleitos à morada eterna.

A seguir, conheça as profecias e os livros onde estão narradas, bem como, o seu cumprimento  descritos no Novo Testamento.

Profecia:

Onde:

Cumprimento:

Como Filho de Deus

Sl 2.7

Lc 1.32,35

Como descendente de mulher

Gn 3.15

Gl 4.4

Como descendente de Abraão

Gn 17.7; 22.18

Gl 3.16

Como descendente de Isaque

Gn 21.12

Hb 11.17-19

Como descendente de Davi

Sl 132.11; Jr 23.5

At 13.23; Rm 1.3

Sua vinda em tempo certo

Gn 49.10; Dn 9.23,25

Lc 2.1

Seu nascer de uma virgem

Is 7.14

Mt 1.18; Lc 2.7

Ser chamado Emanuel

Is 7.14

Mt 1.22,23

Nascer em Belém

Mq 5.2

Mt 2.1; Lc 2.4-6

Grandes viriam adorá-lo

Sl 72.10

Mt 2.1-11

Matança dos meninos de Belém

Jr 31.15

Lc 2.16-18

Ter chamado do Egito

Os 11.1

Mt 2.15

Ser precedido por João

Is 40.3; Ml 3.1

Mt 3.1-3; Lc 1.17

Sua unção com o Espírito

Sl 45.7; Is 11.2, 61.1

Mt 3.16; Jo 3.34; At 10.38

Ser profeta semelhante a Moisés

Dt 18.15-18

At 3.20-22

Ser sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque

Sl 110.4

Hb 5.5,6

Sua entrada no ministério publico

Is 61.1,2

Lc 4.16-21, 43

Se ministério iniciado na galiléia

Is 9.1,2

Mt 4.12-16, 23

Sua entrada publica em Jerusalém

Zc 9.9

Mt 21.1-5

Sua vinda ao templo

Ag 2.7,9; Ml 3.1

Mt 21.12; Lc 2.27-32; Jo 2.13-16

Sua pobreza

Is 53.2

Mc 6.3; Lc 9.58

Sua humildade e falta de ostentação

Is 42.2

Mt 12.15,16,19

Sua ternura e compaixão

Is 40.11; 42.3

Mt 12.15, 20; Hb 4.15

Sua ausência de engano

Is 53.9

1Pe 2.22

Seu zelo

Sl 69.9

Jo 2.17

Sua pregação por parábola

Sl 78.2

Mt 13.34,35

Seus milagres

Is 35.5,6

Mt 11.4-6; Jo 11.47

Ter sido injuriado

Sl 22.6; 69.7,9,20

Rm 15.3

Ter sido rejeitado por seus irmãos

Sl 69.8; Is 63.3

Jo 1.11; 7.3

Ser uma pedra de escândalo aos judeus

Is 8.14

Rm 9.32; 1Pe 2.8

Ter sido odiado pelos judeus

Sl 69.4; Is 49.7

Jo 15.24,25

Ter sido rejeitado pelos lideres judeus

Sl 118.22

Mt 21.42; Jo 7.48

Os judeus e os gentios, contra Ele

Sl 2.1,2

Lc 23.12; At 4.27

Seria traído por um amigo

Sl 41.9; 55.12-14

Jo 13.18-21

Seus discípulos O abandonariam

Zc 13.7

Mt 26.31-56

Seria vendido por trinta moedas

Zc 11.12

Mt 26.15

Seu preço seria dado pelo campo do oleiro

Zc 11.13

Mt 27.7

A intensidade de seus sofrimentos

Sl 22.14,15

Lc 22.42,44

Seu sofrimento em lugar de outros

Is 53.4-6,12

Mt 20.28

Sua paciência e silencio sob os sofrimentos

Is 53.7

Mt 26.63; 27 12-14

Ser esbofeteado

Mq 5.1

Mt 27.30

Sua aparência maltratada

Is 52.14; 53.3

Jo 19.5

Terem-No cuspido e flagelado

Is 50.6

Mt 14.65; Jo 19.1

Cravação de seus pés e mãos à cruz

Sl 22.16

Jo 19.18; 20.25

Ter sido esquecido por Deus

Sl 22.1

Mt 27.46

Ter sido zombado

Sl 22.7,8

Mt 27.39-44

Mel e vinagre ser-Lhe-iam dados

Sl 69.21

Mt 27.34

Suas vestes seriam divididas e sortes lançadas

Sl 22.18

Mt 27.35

Seria contado com os transgressores

Is 53.12

Mc 15.28

Sua intercessão pelos Seus assassinos

Is 53.12

Lc 23.34

Sua morte

Is 53.12

Mt 27.50

Nenhum dos Seus ossos seria quebrado

Ex 12.46; Sl 34.20

Jo 19.33,36

Seria traspassado

Zc 12.10

Jo 19.34,37

Seria sepultado com o rico

Is 53.9

Mt 27.57-60

Não veria a corrupção

Sl 16.10

At 2.31

Sua ressurreição

Sl 16.10; Is 26.19

Lc 2.6,31,34

Sua ascensão

Sl 68.18

Lc 24.51; At 1.9

Seu assentar à direita de Deus

Sl 110.1

Hb 1.3

Seu exercer o oficio sacerdotal, no céu

Zc 6.13

Rm 8.34

Seria a pedra principal da igreja

Is 28.16

1Pe 2.6,7

Seria Rei em Sião

Sl 2.6

Lc 1.32; Jo 18.33-37

Conversão dos gentios a Ele

Is 11.10; 42.1

Mt 1.17-21; Jo 10.16; At 10.45-47

Seu governo reto

Sl 45.6,7

Jo 5.30; Ap 19.11

Seu domínio universal

Sl 72.8; Dn 7.14

Fp 2.9-11

A perpetuidade de Seu reino

Is 9.7; Dn 7.14

Lc 1.32,33

 

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O plano divino existe desde a eternidade, e embora não possamos alcançar a sua profundidade,

e até mesmo possamos duvidar de sua exatidão, ele vai se cumprir com total precisão.

 

1 - INTRODUÇÃO
Esta pergunta parece absolutamente retórica, sem qualquer valor espiritual, já que o fato ao qual nos referimos está perdido em um passado milenar, que não vai ser alterado por nada.
Observe que a história está marcada por personagens que foram martirizados em favor de uma causa, não existindo, porém, a figura da cruz como o instrumento de punição.
Tiradentes foi enforcado, Abraão Lincoln e Gandhi alvejados por armas de fogo, a legendária Joana D'arc queimada na fogueira, Sócrates foi forçado a se envenenar com sicuta, muitos cristão foram fuzilados e decapitados em países que repudiavam a mensagem de Cristo.
Contudo, Jesus morreu na cruz.

Por que isso teria acontecido? Simplesmente pelo fato de os romanos utilizarem tal método de castigo? Para que sua morte, no monte Gólgota, fosse vista por mais pessoas? Essa é a nossa questão básica a ser respondida.

A busca dessa resposta nos permitirá penetrar no campo da atuação divina, o que para nós é fundamental, uma vez que a ação de Deus ocorre com base na própria Palavra, cujo conhecimento liberta (Jo 8:32).
Para efeito de simplificação, vamos dividir nossa análise em itens: 

 

2 - A AÇÃO DE DEUS EM RELAÇÃO AO HOMEM 
2.1 - Deus nos criou e sabe exatamente qual é a nossa estrutura.
Sabe que somos pó (Sl 103:14)
2.2 - O Senhor tem determinado unir o homem a si mesmo, nos moldes da proposta que apresentou a Adão e Eva. Deus cria a sua imagem (Gn 1 ;26 ); Deus promete enviar um redentor (Gn 3:15); Pensamentos de Paz (Jr 29:11).
2.3 - Deus espera certas ações de nossa parte, mas elas não são de natureza transcendental, mas sim humana. Lança teu cuidado (I Pedro 5 ;7); Quem crer será salvo (Mc 16:16); Clama (Jeremias 33:3); Busca (Jeremias 29:13).
2.4 - A iniciativa de remir a humanidade partiu de Deus, e por isso Ele se fez carne, por meio de Cristo, e não permitiu que ninguém da terra fosse feito de natureza divina. O verbo se fez carne (João 1:14); Não há outros deuses (Êx 20: 3-5).
2.5 - Deus nos ama e está disposto a transformar nosso viver, mas Ele mesmo, com base na sua justiça, não muda jamais, cumprindo estritamente suas promessas. Não é homem para mentir...(Nm 23:19).
2.6 - Uma avaliação sobre as promessas e os eventos da missão de Jesus:

O evento prometido e o cumprimento

Referência da promessa

Referência do cumprimento

Jesus nascido em Belém

Mq 5 :2

Mt 2 ;1

Filho de uma virgem

Is 7 : 14

Mt 1 :23

Contado entre malfeitores

Is 53: 12; 

Mc 15:28:Lc 22: 35-38

Sem ossos quebrados

Jo 19:36: Ex 12:46; Nm 9:12;Sal 34:20

Jo 19:33

Sepultado em lugar de ricos

Is 53:9

Jô 19:38-42; Mt 27:57

Lançaram sorte sobre suas roupas

Salmos 22:18

Mateus 27:35

Ressurreto no terceiro dia

Salmos 16:10

Jô 20:1-10; Mt 28: 1-10

Sorte sobre suas vestes

Salmos 22:18

Lc 23:34; Jo 19:23-24

Transpassado

Jô 19:37

Zc 12:10; Ap 1:7

 

3 - AS REGRAS DO SACRIFICÍO DE CRISTO
3.1 - A morte de Cristo seria para a remissão e isso exigia sangue.
Sem sangue não há remissão (Hb 9:22: 1Pe 1 ;19; Ef 1 ;17).
3.2 - Jesus nos substituiu como alvo da maldição
Maldito o que for pendurado no madeiro (Deuteronômio 21:23 e Gálatas 3:13).
3.3 - Ele tomou sobre si as nossas enfermidades , e isso através de suas pisaduras.
Pelas suas pisaduras fomos sarados (Isaías 53:5).

 

4 - UMA ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS
Diante desses requisitos seria possível fazer uma análise das alternativas que estariam a disposição dos algozes de Cristo naquela época, e que o levariam à morte, de qualquer forma o que, em tese, atenderia à missão do Mestre, que era “dar sua vida em resgate de muitos (Jo 10:28).

Alternativas de morte

Os efeitos restritivos diante da promessa divina

Enforcamento

Sem sangue/ sem maldição

Ferido por lança

Algum sangue/ferimento local

Apedrejamento

Algum sangue/ sem maldição

Fome ou sede

Sem sangue/ sem pisaduras

Envenenamento

Sem sangue/ sem pisaduras

Fogo

Sem derramar sangue/sem maldição

Afogamento

Sem sangue/ sem pisaduras

“Fuzilado” por flechas

Sem derramamento de sangue

 

5 - CARACTERIZAÇÃO DO SACRIFÍCIO DE CRISTO
Façamos, agora, faremos UMA ANÁLISE DO SACRIFÍCIO DE JESUS , para avaliar se ele atendeu os requisitos nos quais as outras formas de morte falhariam.  

Característica

Elementos

Referência

Maldição

Cruz

Dt 21:23

Derramar sangue

Coroa/cravos/lança

Hb 9:22

Pisaduras

Mãos / pés / cabeça / tronco / órgãos internos

Is 53:5

 

6 - UMA PONDERAÇÃO ESPECÍFICA
6.1 - É interessante notar, em benefício do nosso esclarecimento dos fatos bíblicos, que o procedimento de crucificar não era algo típico dos judeus, pois apesar de ser prática conhecida, era considerada uma maldição para aqueles que assim viessem a ser castigados. A fórmula bíblica de punição do Velho Testamento era a “lapidação”, ou seja, o apedrejamento.
Crucificar era fórmula usada pelos romanos, que não por coincidência, exerciam domínio político sobre os judeus na época de Jesus. A crucificação expressava a demonstração pública de punição para aqueles que se opunham a César.
6.2 - Cristo iniciou seu martírio antes mesmo de ser preso, e ali no jardim onde orava verteu suor em gotas de sangue, algo que pode acontecer em situações extremas, conforme afirmam os médicos (Jo 19:34; I Jo 5: 6,8).
6.3 - Essa particularidade, das gotas de sangue que porejaram da testa do Mestre, nos leva a entender que Ele levou sobre si não somente os males evidentemente físicos que podem nos afligir, mas, igualmente, aquelas mazelas que atingem nossa alma e espírito nos dias de hoje, uma vez que tal evento derivou da profunda tristeza que envolveu Jesus naquele horto. (Isaías 53:3-5; Salmos 103:3).
6.3.1 - Cravos nos pés e mãos cobrem as enfermidades dos nossos membros (Jo 20:25).
6.3.2 - A coroa de espinhos, as bofetadas, os golpes de cana em sua cabeça mostram que essa importante parte do nosso corpo, a “cabeça”, teve sua parcela coberta nos sofrimentos de Jesus (Marcos 15:17-19).
6.3.3 - Suas costas foram cortadas profundamente pelo chicote duplo utilizado pelos romanos, cujas pontas tinham duas bolas de chumbo, em uma série de açoites que não respeitaram o limite da lei judaica de 40 chibatadas.
Além das costas, os ombros e as pernas eram atingidos pelos golpes que cortavam a pele e depois penetravam até os músculos, mas na parte superior do tronco a maior quantidade de sangue foi vertido, pois o manto que colocaram sobre Jesus por algum tempo para o escarnecerem, foi retirado subitamente, provocando nova hemorragia, como ocorre na retirada, sem cuidado, de uma bandagem.
Esse detalhe nos levaria a ter certeza de que todas as enfermidades que atingem nosso tronco teriam sido levadas por Cristo. Mas e aquelas dos órgão internos?
O fato de Jesus ter sido transpassado por uma lança, em um golpe que atingiu seu coração na parte externa, que produziu água, e na parte interna, que verteu sangue, caracteriza a resposta a nossa inquietação, uma vez que também nossos órgãos internos são cobertos pelo sacrifício da cruz.
O transpassar da lança, que ocorreu após a morte de Jesus ,provocou a saída de sangue e água, resultantes de uma característica da morte que dilacerou seu coração, comprova que Jesus não morreu de asfixia, que representava o objetivo básico da crucificação, mas sim de um ataque cardíaco, provocado pelo choque do sofrimento maior do Mestre, que foi sua separação momentânea de Deus. Tal situação levou a pela contrição do coração por fluídos no pericárdio (Marcos 15:34).
6.3.4 - Jesus foi separado do Pai, com quem esteve desde a eternidade (Jo 1:1-2), para que nós pudéssemos ter acesso a Ele, Deus Pai, de tal maneira que na morte de Cristo o véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mateus 27:51).
6.3.5 - As gotas de sangue vertidas com o suor representam o elemento de cura para aquelas lutas não geradas no âmbito do físico, mas que procedem do nosso interior, ligadas a alma e ao espírito, tais como: o medo, a dúvida, a tristeza, a depressão, os rancores guardados, e tantos outros (Lucas 22:44).

 

7 - AS POSSÍVEIS CONCLUSÕES
A análise desse aspecto da história bíblica nos mostra que Deus não age ao sabor de um momento em que, estando satisfeito ou irado, responderá passionalmente às nossas atitudes.
Tal conceito é importante na medida em que podemos estar tranqüilos de que tudo o que for semeado voltará para nós dentro de seu padrão inicial.
Jesus já advertia que Deus não nos dá algo diferente do que pedimos (Lucas 11: 5-13), e esse pedir tem origem em pensamentos, palavras e ações.
O plano divino existe desde a eternidade, e embora não possamos alcançar a sua profundidade, e até mesmo possamos duvidar de sua exatidão, ele vai se cumprir com total precisão.
Nossa maior dificuldade, conforme registrou Pedro (2Pe 3:8), reside no tempo, pois Deus não tem pressa e nós temos, de tal maneira que procuramos “atalhos” para obter coisas que dependem exclusivamente da decisão do “Chefe”.
Imagine-se diante de um cofre “espiritual” que abriga um grande tesouro, que lhe tenha sido doado, mas cuja fechadura possui um mecanismo de tempo. O que adiantaria ficar batendo na porta, lamentando, gritando? O que importa é esperar o momento eterno que não vai atrasar nem adiantar.
Minúcias são aportadas pela Palavra em relação às promessas divinas. Mesmo quando parecem insignificantes são respeitadas por aquele que as cria (haja luz, e ouve luz Gn 1:3 x as virgens sem luz nas lâmpadas Mt 25: 1-13) , pois se Ele pode todas as coisas, por outro lado, respeita as regras que estabeleceu conosco.
Pode parecer, as vezes, que Deus está lá, assentado em seu trono, alheio a você, que não se importa com as “coisinhas” que o incomodam, mas a realidade de Cristo mostra que isso não procede, e que o Senhor está atento aos detalhes, uma vez que seu único trabalho, que envolve uma atitude “física” e que tem participantes externos, é aquele que está dirigido para nós.

Um Deus que trabalha (Isa 64:4); Tudo sob controle divino. Até os cabelos de nossa cabeça (Mt 10:30) .

 

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A ressurreição de Jesus Cristo representa a pedra angular da fé cristã. Este tema é tão importante que Paulo, escrevendo aos coríntios, dedicou um capítulo inteiro para falar sobre ele. Resumidamente, quero destacar cinco pontos enunciados pelo apóstolo ao falar em I Coríntios 15 sobre a veracidade da ressurreição:
Se não há ressurreição:

1. então Cristo não ressurgiu (vers. 13),                4. os crentes ainda estão em seus pecados (vers. 17),
2. a fé é inútil (vers. 14),                                             5. e são as mais infelizes criaturas (vers. 19).
3. o testemunho apostólico é falso (vers. 15),

          Portanto, é fato certo que Cristo ressurgiu dos mortos, principalmente porque houve mais de quinhentas testemunhas oculares que confirmaram isto (1Co 15:6).
          Sabemos, pelo relato dos quatro evangelistas, que Jesus ressuscitou no domingo pela manhã. Sobre este assunto há plena concordância por todos os comentaristas dos evangelhos. Porém, uma questão que tem sido motivo de polêmica é sobre quantos dias esteve Jesus na sepultura. Analisaremos as palavras do próprio Jesus ao falar sobre a sua ressurreição:
“Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitos dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16:21)
“Ora, achando-se eles na Galiléia, disse-lhes Jesus: O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens; e matá-lo-ão; e no terceiro dia ressuscitará” (Mt 17:22,23)
“É necessário que o Filho do Homem padeça muitas coisas, e seja rejeitado dos anciãos e dos escribas, e seja morto, e ressuscite no terceiro dia” (Lc 9:22)
“Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei”.  (Jo 2:19)

          Vemos em todas estas declarações, proferidas pelo próprio Jesus, que ele ressuscitaria ao terceiro dia. Paulo também afirma o mesmo em I Co 15:3-4, que o Senhor ressuscitou ao terceiro dia.
          Vejamos agora o relato dos quatro evangelistas ao narrar o episódio da ressurreição:
Mateus: “E no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e outra Maria foram ao sepulcro...” (Mt. 28:1)
Marcos: “E passado o Sábado, Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, compraram aromas para ungi-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol” (Mc 16:1,2)
Lucas: “E, no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e acharam a porta do sepulcro removida” (Lc 24:1,2)
João: “E, no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.” (Jo 20:1)

         Notamos que todos são unânimes quanto ao momento da ressurreição: ela se deu ao domingo, pela manhã. Sendo ele sepultado na sexta-feira, à tarde, cumpri-se o que o Senhor predisse de que ele ressurgiria ao terceiro dia. Os judeus, na época do Novo Testamento, contavam os dias desde o sair até o por do sol, dividindo-o em 12 horas (Jo 11:9). Da mesma forma, a noite era dividida em 12 horas, e em quatro partes, chamada de vigília. Portanto, do por do sol até o outro por do sol, soma-se um dia de 24 horas, conforme conhecemos hoje. Era costume ainda contar como um dia todo, qualquer evento que acontecesse em qualquer parte do dia.
          Jesus foi sepultado antes do por do sol da Sexta feira (1 dia), ficou o sábado todo na sepultura (1 dia) e no domingo, logo ao amanhecer, já estava vivo (1 dia). Portanto, concluímos que Jesus esteve três dias na sepultura e duas noites apenas. Impossível negar isto, visto que foi testemunhado e registrado por escrito, sem haver qualquer contradição, pelos escritores, quanto a este assunto.
          Se, como notamos pelos textos acima, que o espaço de tempo de Jesus na sepultura foi de duas noites e três dias, como explicar, a declaração dada em Mat. 12:40? Vejamos esta mesma passagem narrada por Mateus e por Lucas:

“38 Então, alguns escribas e fariseus replicaram: Mestre, queremos ver de tua parte algum sinal.
39  Ele, porém, respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas.
40  Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra.
41  Ninivitas se levantarão, no Juízo, com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui está quem é maior do que Jonas.
42  A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão.”  (Mt 12:38-42)

“29 Como afluíssem as multidões, passou Jesus a dizer: Esta é geração perversa! Pede sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o de Jonas.
30  Porque, assim como Jonas foi sinal para os ninivitas, o Filho do Homem o será para esta geração.
31  A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com os homens desta geração e os condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão.
32  Ninivitas se levantarão, no Juízo, com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui está quem é maior do que Jonas.” (Lc 11:29,32)

          Lendo com atenção as duas passagens, notamos uma significativa diferença: ambas falam do mesmo episódio, porém Lucas não menciona as palavras descritas em Mt. 12:40; no lugar delas, ele diz que o “Filho do Homem seria um sinal” para aquela geração, assim como Jonas foi um sinal para a geração dele.
         Notamos que, o que está sendo usado em por Mateus em Mt. 12:40 é uma figura de linguagem. Figura de linguagem é uma palavra ou uma expressão usada em sentido imaginário, não literal. Embora a Bíblia deva ser interpretada literalmente, é importante lembrarmos que, à semelhança de outros livros e documentos, ela contém figuras de linguagem que devem ser interpretadas segundo seu sentido figurado, segundo o propósito para que foram usadas. Por isso, é importante discernir as figuras de linguagem para obter uma boa interpretação bíblica.
          Vamos ver qual figura de linguagem usada por Mateus e interpretar o seu significado. Há duas figuras que podemos tirar desta passagem: a comparação e a analogia. Na comparação, as semelhanças são reais, sensíveis, expressas numa forma verbal própria, em que entram normalmente os chamados conectivos de comparação – como, quanto, do que, tal qual, etc. Na analogia as semelhanças são apenas imaginárias. Por meio delas, tenta-se explicar o desconhecido pelo conhecido, o que nos é estranho pelo que nos é familiar, por isso, esta figura tem grande valor didático. Sua estrutura gramatical inclui com freqüência expressões próprias da comparação – como, tal qual, semelhante a, parecido com, etc.
          Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra

          As expressões assim como e assim sugerem que está sendo utilizado o recurso da comparação ou analogia nesta passagem. Vamos analisá-la com mais profundidade:

Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe

assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra 

elemento conhecido                                       elemento desconhecido

          Vemos que Jesus utiliza-se de um fato conhecido pelos judeus (o episódio de Jonas no ventre do peixe) para explicar algo ainda desconhecido ( a sua ressurreição). Jonas no ventre do peixe era um fato real, do conhecimento de todos os judeus. Assim, Jesus utilizou-se deste evento para falar de algo que estava para acontecer. E para que isto causasse impacto em quem estava ouvindo, era necessário utilizar uma linguagem que pudesse atingir seus ouvintes. Afirmar que ele estaria três dias e três noites no seio da terra, da mesma forma como Jonas esteve este mesmo tempo no ventre do peixe, era algo que atrairia a atenção dos seus ouvintes. Se Jesus utilizasse de uma outra expressão, tal como “assim como Jonas esteve no ventre do peixe, assim o Filho do Homem estará no coração da terra”, não causaria tanto impacto. O milagre consiste em uma pessoa passar todo este tempo enterrado e voltar vivo.
          Na analogia, para que as duas coisas confrontadas produzam efeito, o elemento comparado desconhecido deve ter as mesmas características do elemento comparado conhecido.

Jonas = Elemento conhecido, Jonas no ventre do peixe
Jesus = Elemento conhecido, Jesus na sepultura e conseqüente Ressurreição

Jonas & Jesus = Ponto de ligação entre ambos, 3 dias. A semelhança entre os dois episódios está no tempo

              Portanto, conclui-se que, Jesus ao falar que passaria três dias e três noite dentro da terra, ele não o fez no sentido literal, mas como um recurso de oratória para fixar este conceito na mente do seu ouvinte.
          A única coisa que podemos afirmar com certeza sobre este assunto, é o que os narradores do evangelhos contam, o que o próprio Jesus testemunhou sobre sua ressurreição e o que os profetas do Velho Testamento profetizaram: que Jesus ressuscitou ao terceiro dia, totalizando,  na nossa contagem de tempo, o período de  duas noites e três dias.
           E para que não fique dúvida de que está sendo utilizado por Mateus uma figura de linguagem e não um fato que realmente aconteceu, vou transcrever abaixo mais algumas versões do mesmo versículo, em outras línguas, em que vamos notar que todas trazem um conectivo que indica que está sendo utilizado um elemento de  comparação (analogia) entre dois eventos diferentes:

 

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A DOUTRINA DE CRISTO
A pessoa de Jesus Cristo . sua preexistência, sua encarnação, sua humanidade, sua divindade, sua vida terrena, sua impecabilidade, sua morte, sua ressurreição, sua ascensão, seu ministério atual e sua volta.

 

QUEM É JESUS CRISTO?
O nome JESUS provém do hebraico "Jeshua" (Jeová salva). A palavra CRISTO provém do hebraico "Massiah" (Ungido). Jesus Cristo é o Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, o Deus Filho, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. Três dias após a Sua morte na cruz, ressuscitou e retornou ao Pai. Jesus é Deus e, como tal, possui os mesmos atributos de eternidade, onisciência, onipotência, onipresença e imutabilidade. Ele próprio se definiu afirmando: "EU E O PAI SOMOS UM". Jesus participou da Criação. (Gn 1.16; Jo 1.3; 21.17; Ef 1.20-23; Ap 1.8; Is 54.5; 9.6).

 

QUER DIZER QUE JESUS SEMPRE EXISTIU?
Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4). Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ".

 

ALÉM DE SENHOR E SALVADOR, COMO A BÍBLIA APRESENTA JESUS?
Os títulos, nomes e atributos de Jesus são inerentes à Sua Divindade e missão. Vejamos: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (Is 9.6); Porta e Pastor (Jo 10.10); Luz do mundo (Jo 8.12); Caminho, Verdade e Vida (Jo 14.6); Libertador (Jo 8.36); Videira Verdadeira (Jo 15.l); Ressurreição e Vida (Jo 11.25); Adão (1 Co 15.45); Advogado (1 Jo 2.1); Alfa e Ômega (Ap 1.8; 22.13); Amém (Ap 3.14); Apóstolo da nossa confissão (Hb 3.1); Autor da Salvação (Hb 2.10); Autor da Vida (At 3.15); Autor e Consumador da Fé (Hb 12.2); Bem-aventurado e único soberano (1 Tm 6.15); Braço do Senhor (Is 5.19; 53.1); Cabeça da Igreja (Ef 1,22); Chefe (Is 55.4); Consolação de Israel (Lc 2.25); Cordeiro de Deus (Jo 1.29); Criador (Jo 1.3); Cristo de Deus (Lc 9.20); Desejado de todas as nações (Ag 2.7); Deus bendito (Rm 9.5); Deus Unigênito (Jo 1.18); Deus (Is 40.3); Emanuel (Is 7.14); Eu Sou (Jo 8.58); Filho Amado (Mt 12.18); Filho de Davi (Mt 1.1); Filho de Deus (MT 2.15); Filho do Altíssimo (Lc 1.32); Filho do Homem (Mt 8.20); Filho do Deus Bendito (Mc 14.61); Glória do Senhor (Is 40.5); Grande Sumo Sacerdote (Hb 4.14); Guia (Mt 2.6); Herdeiro de todas as coisas (Hb 1.2); Homem de dores (Is 53.3); Imagem de Deus (2 Co 4.4); Jesus de Nazaré (Mt 21.11); Jesus (Mt 1.21); Juiz de Israel (Mq 5.1); Justiça nossa (Jr 23.6); Justo (At 7.52); Leão da Tribo de Judá (Ap 5.5); Legislador (Is 33.22); Mediador (1 Tm 2.5); Mensageiro da Aliança (Ml 3.1); Messias, o Ungido (Dn 9.25, Jo 1.41); Nazareno (Mt 2.23); Nossa Páscoa (1 Co 5.7); Pão da Vida (Jo 6.35); Pai Eterno (Is 9.6); Pastor e Bispo das Almas (1 Pe 2.25); Pedra Angular (Sl 118.22); Poderoso de Jacó ( Is 60.16); Poderoso Salvador (Lc 1.69); Precursor (Hb 6.20); Primogênito (Ap 1.5); Príncipe dos Pastores (1 Pe 5.4); Princípio da Criação de Deus (Ap 3.14); Profeta (Lc 24.19); Raiz de Davi (Ap 22.16); Redentor (Jó 19.25); Rei dos reis (1 Tm 6.15); Rei dos santos (Ap 15.3); Rei dos Judeus (Mt 2.2); Rei dos séculos (1 Tm 1.17); Rei (Zc 9.9); Renovo(Is 4.2); Resplandecente Estrela da Manhã (Ap 22.16); Rocha (1 Co 10.4); Rosa de Sarom (Ct 2.1); Santo de Deus (Mc 1.24); Santo de Israel(Is 41.14); Santo servo (At 4.27); Santo (At 3.14); Semente da mulher (Gn 3.15); Senhor da glória (1 Co 2.8); Senhor de todos (At 10.36); Senhor Deus (Is 26.4); Senhor dos senhores (1 Tm 6.15); Siló (Gn 49.10); Soberano dos reis (Ap 1.5); Sol da justiça (Ml 4.2); Sol nascente (Lc 1.78); Testemunha fiel (Ap 1.5); Testemunho (Is 55.4); Todo-Poderoso (Ap 1.8); Verbo de Deus (Ap 19.13); Verbo (Jo 1.1); Verdade (Jo 1.14); Doador do Espírito Santo (Mt 3.11); Primeiro e Último (Is 41.4); Fundamento da Igreja (Mt 16.18); Onipresente, Onipotente e Onisciente (Ef 1.20-23; Ap 1.8; Jo 21.17); Santificador (Hb 2.11); Mestre (Lc 21.15); Inspirador dos profetas (1 Pe 1.17); Supridor de Ministros à Igreja (Ef 4.11); Salvador (Tt 3.4-6). Cada nome ou título atribuído a JESUS revela um dos aspectos de Sua natureza e caráter.

 

QUAL O SIGNIFICADO DE "PÁSCOA"?
O termo "páscoa" deriva da palavra hebraica "pesah", que significa passar por cima, pular além da marca ou passar sobre. Quando Deus ordenou ao anjo destruidor que eliminasse todo primogênito na terra do Egito, a casa que tivesse o sinal do sangue do cordeiro, sacrificado para esse fim, não seria visitada pelo anjo. Este passaria "por cima", e o primogênito que ali morasse seria preservado (Êx 12.1-36). Os judeus passaram então a celebrar a Páscoa comemorando a saída - e a forma como saíram - do Egito. A partir de Jesus, a celebração da Páscoa foi substituída pela Ceia do Senhor, com o pão e o vinho, em Sua memória. Cristo é a nossa Páscoa, e o Seu sangue, o sangue do Cordeiro de Deus, nos lava e purifica de todo pecado (Lc 22.1-20; 1 Co 5.7).

 

QUAL O SIGNIFICADO DA EXPRESSÃO "FILHO DO HOMEM"?
Em várias passagens da Bíblia vemos JESUS aplicando a Si próprio o qualificativo Filho do homem (Mt 17.22; Mc 9.6). É provável que o título tenha significado messiânico, apontando para Sua condição de Messias. A expressão sugere também a Sua dupla relação: a natureza humana e a divina, cem por cento homem, cem por cento Deus. Como JESUS não descende de Adão, porque não gerado por homem, não se deve dar tradução literal ao termo. Jesus é o Deus Filho que se fez homem.

 

QUAL O SIGNIFICADO DE "SENHORIO DE JESUS"?
Quando em Rm. 10.9 Paulo nos fala de aceitar Jesus como "Senhor de nossas vidas", implica em que ele passa a ser o nosso dono ou seja Kyrios, cujo significado no grego é o senhor total e completo de nossas vidas. Diante disso devemos fazer como Paulo em Gl. 2.20 "Já não sou eu quem vivo mas Cristo vive em mim...".

 

POR QUE JESUS MORREU PARA NOS SALVAR?
A humanidade estava condenada porque pecou contra Deus, levando em conta a natureza de pecado herdada do primeiro casal Adão e Eva: "Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm 3.23). Para restabelecer a comunhão de Deus com os homens, o Filho se fez carne, se fez homem, habitou entre nós. O Cordeiro de Deus - JESUS - deixou-se imolar na cruz. Com Seu sacrifício, satisfez a justiça de Deus. Na cruz, Ele pagou a nossa dívida, "riscou o escrito da dívida que havia contra nós... cravando-o na cruz". (Cl 2.14). Ele fez a Sua parte. A nossa parte é crer nEle, na Sua morte e ressurreição: "Quem nEle crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus". (Jo 3.18).

 

A QUEM DEVEMOS ORAR: A DEUS, A JESUS OU AO ESPÍRITO SANTO?
Jesus nos ensinou a orar a Deus Pai. Mas Ele disse: "E farei tudo o que pedirdes em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. (Jo 14.13). Logo, oremos a Deus em nome de Jesus (Mt 6.6; Jo 15.16).

Qual o Significado de Unigênito?
Encontramos essa expressão nos seguintes textos: 1 – “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14- Almeida CF). 2 – “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (Jo 1.18). 3 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). 4 – “Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito” (Hb 11.17). 4 – “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 Jo 4.9). “UNIGÊNITO (monogenes) é usado cinco vezes, todas nos escritos do apóstolo João, acerca de Jesus como o Filho de Deus; em Hb 11.17 é traduzido por “unigênito”, sobre a relação de Isaque com Abraão. Com referência a Jesus, a frase “o Unigênito do Pai” (Jo 1.14), indica que, como o Filho de Deus, Ele era o representante exclusivo do Ser e caráter daquele que o enviou. No original, o artigo definido está omitido tanto antes de “Unigênito” quanto antes de “Pai”, e sua ausência em cada caso serve para enfatizar as características referidas nos termos usados. O objeto do apóstolo João é demonstrar que tipo de glória ele e seus companheiros apóstolos tinham visto. Sabemos que ele não está fazendo somente uma comparação com as relações terrenas, pela indicação da preposição para, que significa “de, proveniente de”. A glória era de uma relação única e a palavra “Unigênito” não implica um começo de Sua filiação. Sugere, de fato, a relação, mas esta deve ser distinguida da geração conforme é aplicada aos homens. Podemos apenas entender corretamente o termo “unigênito” quando usado para se referir ao Filho, no sentido de relação não originada. “A geração não é um evento no tempo, embora distante, mas um fato independente do tempo. O Cristo não se tornou, mas necessariamente é o Filho. Ele, uma Pessoa, possui os atributos da deidade pura. Isto torna necessária a eternidade, o ser absoluto; sobre este aspecto Ele não é `depois´ do Pai” (Moule). A expressão também sugere o pensamento de afeto mais profundo, como no caso da palavra hebraica yachid, traduzida no Antigo Testamento por “único” (Gn 22.2,12; Pv 4.3; Jr 6.26; Am 8.10); “unigênito” (Zc 12.10) e “predileta” (Sl 22.20; 35.17). Em Jo 1.18, a cláusula “O Filho unigênito, que está no seio do Pai”, expressa Sua união eterna com o Pai na deidade e a intimidade e o amor inefáveis entre eles, o Filho tomando parte em todas as deliberações do Pai e desfrutando de todos os Seus afetos. Outra leitura é monogenes theos, “Deus Unigênito”. Em Jo 3.16, a declaração: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”, não deve ser considerado que signifique que Jesus se tornou Filho Unigênito na encarnação. O valor e a grandeza do dom acham-se na filiação daquele que foi dado. Sua filiação não era o efeito de Ele ser dado. Em Jo 3.18, a frase: “O nome do unigênito Filho de Deus”, põe a ênfase na plena revelação do caráter e da vontade de Deus, o Seu amor e graça, conforme são transmitidos no nome daquele que, estando numa relação sem igual com Ele, foi dado por Ele como o objeto de fé. Em 1 Jo 4.9, a declaração: “Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo”, não quer dizer que Deus enviou ao mundo aquele que ao nascer em Belém se tornaria Seu Filho. Contraste com a declaração paralela encontrada em Gl 4.6: “Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho”, o que não pode significar que Deus enviou aquele que se tornou Seu Espírito quando Ele o enviou “(W.E.Vine).

 

Doutrina de Cristo
Cristo do grego Christos que quer dizer Ungido.
            A palavra Ungido traduz o termo hebraico mashiach que em nossas Bíblias é traduzido por Messias.

Preexistência de Cristo - Miquéias 5.2 / Isaías 9.6
            Os profetas Miquéias e Isaías nos confirmam que Cristo sempre existiu tendo suas origens desde a eternidade e sendo o pai da eternidade, Ele é aquele que foi, que é e sempre será.
& Jo 1.1 – O evangelista João inicia o seu evangelho, nos revelando que no princípio, antes do tempo existir, Cristo já existia ao lado de Deus.
& Jo 8.58 – Nesse versículo o próprio Jesus afirma sua preexistência.
“Antes que Abraão existisse, Eu sou”.

Sua preexistência é comprovada por suas obras - Cl 1.16,17
            O Apóstolo Paulo em carta aos Colossences nos afirma que tudo foi criado por meio dEle e para Ele. Logo, exige sua existência desde antes da criação, sendo Ele o próprio criador.

Sua preexistência é provada pelos seus nomes – Logos= termo grego que significa palavra.
Palavra= verbo (Jo 1.1).

 

Filho de Deus
            Muitas vezes Jesus foi chamado Filho de Deus comprovando assim sua preexistência.
Lc1.35 – O anjo fala a Maria sobre o nascimento de Jesus o Filho de Deus.
Sl 2.7 – O primeiro salmo messiânico que aponta o Messias como Filho de Deus e que dominará sobre todas as nações.
Mt 14.33 – Os homens que presenciaram seus milagres reconhecem como Filho de Deus.

 

Encarnação de Cristo
Jo 1.1 – E o verbo se fez carne.
Is 7.14 – nos mostra que o Messias viria ao mundo por um nascimento virginal.
            O Filho de Deus veio ao mundo como filho do homem, sendo concebido no ventre de Maria pelo Espírito Santo.

 

Propósito do nascimento de Cristo
1. Revelar Deus aos homens (Jo 1.18; Jo 14.9).
Cristo é a Palavra de Deus, por meio dEle, Deus revelou sua vontade e seu propósito e por meio dEle tem contato com o mundo. Cristo é a própria revelação de Deus em pessoa.
2. Prover um exemplo de vida (1Pe 2.21,22).
A vida de Jesus é um exemplo a ser seguido. Ele nunca cometeu nenhum pecado.
3. Prover sacrifício pelo pecado (Hb 10.10).
Jesus foi o sacrifício definitivo sobre o pecado. Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
4. Destruir as obras do diabo (1Jo 3.8).
Jesus como Filho de Deus, se fez carne para destruir as obras do inimigo.
5. Cumprir a aliança Davídica (Lc 1.1,31-33).
O nascimento de Cristo assegura 3 coisas a Israel; como povo e nação: um trono, um reino e um rei.
6. Ser sobremaneira exaltado (Fp 2.9).
Por sua obediência e autonegação, Cristo conquistou soberania e o Pai lhe deu o nome que está acima de todo nome.
7. Ser um Sumo-sacerdote misericordioso (Hb 5.1,2).
Cristo foi escolhido para representar o homem diante de Deus.

 

A humanidade de Cristo
            Cristo se identificou totalmente conosco em nossa natureza humana, a fim de que finalmente, pudéssemos nos identificar com sua natureza divina.

Ele recebeu nomes humano
Filho do homem (Lc 19.10). O Filho do homem veio buscar e salvar os perdidos. De todos os títulos é o que Jesus gostava de usar a respeito de si mesmo (Mt 16.13).
Jesus (Mt 1.21) Esse nome significa: ajuda de Yahweh ou Salvador.
Filho de Davi (Mc 10.47).
Homem (Is 53.3; 1Tm 2.5).

Ele possuía um corpo humano
Nascido de mulher (Gl 4.4).
Sujeito a crescimento (Lc 2.52).
Visto e tocado por homem (1Jo 1.1; Mt 26.12). Aqueles que o seguiram, puderam toca-lo e experimentaram da sua humanidade.
Possuía alma e espírito (Mt 26.38; Lc 23.46). Os sentimentos refletiam em sua alma e espírito.

Foi sujeito às limitações da humanidade
Sentiu fome (Mf 4.2) / sede (Jo 19.28) / se cansou (Jo 4.6) / chorou (Jo 11.35) / foi tentado (Hb 4.15) / morreu (Lc 23.46).

 

A obra redentora de Cristo
            Embora os ensinos tão sublimes e milagres tão tremendos de Jesus tenham, durante 20 séculos, comovendo a humanidade, suas marcas mais fortes e mais sublimes, porém, é uma cruz sobre um monte e um túmulo vazio. E tão fortes foram e são marcas que foi principalmente sobre elas que se baseou a pregação apostólica e toda a teologia da Nova Aliança.
            A ênfase bíblica não foi sobre os ensinos de Cristo. Embora o espírito de sua doutrina sobre o amor ao próximo permeie tudo, ele não é o centro da revelação cristã, e muito menos ocupa a grande extensão da literatura apostólica. Todo destaque vai para sua obra – morte, ressurreição e ascensão. Os comentários, as exortações, a revelação e a vida em Cristo se resumem nisto: “Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras [...] ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras...” (1Co 15.24).
            Enquanto o mundo vê apenas a moralidade, a Igreja enxerga a realidade. O essencial não foi o que Ele disse, mas o que Ele fez. E, ainda, não o que Ele realizou por meio da sua vida, mas o que Ele fez com ela – Ele a entregou como resgate, como expiação pelo mundo. É esse fato – sua morte na cruz – que denomina o “poder de Deus”, pois abriu a possibilidade da ação de Deus no homem.
            Ao encarnar, o Verbo inseriu em sua natureza a criação decaída. Sua condenação e aniquilamento foram a condenação e o aniquilamento desta criação. O mesmo se dá com sua ressurreição. A transformação e a exaltação da sua vida são a transformação e a exaltação de toda a criação. O que Deus pretendia fazer com sua criação – destruir a velha e trazer à existência a nova – Ele o fez por intermédio de seu Filho. “Através de quem temos entrada pela fé a esta graça” (Rm 5.2).
            E crendo nesta obra que esta realidade invade nossa existência e se torna eficaz. Isto porque, para Deus, “nós” estávamos na morte, ressurreição e exaltação de cristo. Para Deus, sua morte foi a nossa morte. Sua ressurreição foi a nossa ressurreição. Jesus ascendeu aos céus e nós com Ele. Quem assim crê, passa para uma nova posição de existência. Passa a viver “em Cristo”; em união com Ele. A profundidade desta união é que determina a intensidade da eficácia da obra realizada por Cristo. Quanto mais avançamos pela fé “para dentro” desta relação, mais recebemos os efeitos da obra de Cristo.
            Esta ênfase da Nova Aliança não é sem razão. O problema desta criação vai além de um mero funcionamento errado. A própria essência foi contaminada. Em cristo, Deus tocou na própria natureza das coisas, destruindo o que pertencia à velha criação e, pelo seu poder, resgatou seu Filho da morte para uma nova vida (incorruptível).
            Esse fato possibilitou ao vencer o pecado e as paixões que o dominem. Esse fato trouxe poder curador para o corpo do homem. Esse fato possibilitou ao homem dominar sobre “toda a força do inimigo” (Lc 10.19).

 

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